Você já deve ter percebido que os anunciantes entraram de vez no espírito da Copa do Mundo.

Ontem a noite, enquanto assisitia um pouco de TV aberta (infelizmente, muito raro ultimamente) fiz uma breve análise sobre a temática dos filmes que via no intervalo comercial da Rede Globo e Band, mais especificamente.

Quase que 100% dos anunciantes associam seus produtos à Copa do Mundo, das mais variadas e criativas maneiras.  Alguns segmentos de mercado, como eletrônicos e bebidas conseguem isso com maior facilidade. Outros segmentos, acabam dando um jeito e acabam conseguindo associar sua imagem à Copa do Mundo.

Só para se ter idéia do que andam fazendo por aí, ontem assisti à dois comerciais que me chamaram bastante a atenção. 

O primeiro deles tratava-se de um filme de uma marca de macarrão que informava aos telespectadores que agora o produto será vendido nas cores da verde e amarela "para você torcer pela seleção brasileira". MEU DEUS!!!

Achou ruim? Calma, tem mais.

O segundo era um comercial de fraldas, que dizia que aquela fralda, além de adesivos comemorativos e que faziam alusão ao Mundial de Futebol, a fralda proporcionava aos pais, maior conforto e tranqulidade na hora dos jogos da seleção. MEUS DEUS (2)!!!

Bom, sendo assim, resolvi trazer par vocês algo que li no Blog do JJ dias atrás.

As marcas "COPA DO MUNDO" "WORLD CUP", "FIFA WORLD CUP", "SOUTH AFRICA 2010" e "WORLD CUP 2010" são marcas exclusivas da FIFA e da CBF. Sendo assim, somente essas entidades ou seus patrocinadores é que podem fazerem o uso dessas expressões.

Xi...então a casa caiu O que tem de anunciante aí falando "COPA DO MUNDO", não é brincadeira!!! E aqueles varejistas então que informam que você pagará a primeira parcela somente depois da Copa do Mundo??? NÃO PODE!!!!

Se a FIFA desejar, pode procurar a Justiça e acionar todo mundo. E eles gostam de dinheiro, viu!!!

As agências têm questionado a FENAPRO sobre as restrições. Na minha opinião, acho que elas deveriam parar de reclamar e trabalhar da maneira que podem.

Quer anunciar fazendo alusão à Copa do Mundo? Ok, mas seja esperto. É sim possível fazer um bom anúncio sem citar as tais "PALAVRAS MÁGICAS".

Duvida? Então olhe o anúncio na 4. capa do Jornal Destak de hoje.

Mandaram bem. Parabéns Ogilvy.

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No último dia 18, às 20:30 teve início a transmissão do Canal Viva, da Globosat.

Como neste dia, não leciono, tive a oportunidade de acompanhar a estréia e as primeiras horas da programação do novo canal, que na NET em São Paulo, é levado ao ar, pelo canal 36.

Tenho a impressão que esse canal vai emplacar. Acho que em pouco tempo irá desbancar grandes sucessos de audiência na TV a cabo, como a Multishow e a Sportv.

A programação do Viva é formada por programas antigos e atuais de grande sucesso na Rede Globo.

Na verdade, o público alvo do canal é formado por mulheres da classe C. É o primeiro canal voltado à esse público.

Na Terça-Feira, por exemplo, assisti Mulher, uma minissérie levada ao ar na década de 90 pela Rede Gloo e também ao primeiro episódio de Sai de Baixo, humorístico de 1995. Espetacular!!!! Incrível o Tom Cavalcanti interpretando o porteiro Ribamar. Que saudade daquilo e que nojo do Sai de Baixo!!!

Só acho uma pena, a Globosat não colocar um conteúdo masculino maior. Por que não disponibilizar por exemplo, a grande final da Copa de 1994 ou a final do volei masculino nas Olimpíadas de 1992, em Barcelona? Ou o Rock in Rio de 1991.

Será que com o tempo, entrará programação masculina no Viva?

Ou será que teremos, em breve, o Canal Vivo, voltado para nós, homens?

Boa sexta-feira a todos. 

 

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Achei um absurdo a Rede Globo ceder ao PT e retirar do ar, o teaser que estava sendo veiculado pela emissora, em comemoração aos 45 anos da emissora.

Segundo o PT, o vídeo teria uma mensagem subliminar a favor do pré candidato à Presidência da República, José Serra.

Vou chamar o Calazans pra explicar pra ele o que é mensagem subliminar.

Eu li a notícia no começo da semana e até recebi comentários de internautas, pedindo a xibição do vídeo aqui no Blog do Crespo.

Segue então o vídeo.

Tirem suas próprias conclusões.

Boa Sexta-Feira a todos.

 

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Todos nós temos acompanhado com muita tristeza a tragédia que ocorreu na semana passada, no Haiti.  

Em toda a minha vida, nunca tinha visto cenas tão fortes na tv.

Como exempo, cito aqui o telejornal global Bom Dia Brasil da última Sexta-Feira. Cheguei a chorar com as matérias, ao ver tanta tragédia naquele país em que o povo já tem uma vida sofrida.

E põe sofrida nisso! As pessoas brigando por comida e água. Como isso pode ocorrer em pleno século XXI?

Hoje, o Blog do Crespo comenta pela primeira vez sobre o ocorrido. Porém, não iremos falar da tragédia propriamente dita e sim da atuação dos veículos de comunicação que cobrem o triste episódio.

Tudo bem que a foto é bastante forte e "infelizmente digna" de uma capa de revista, mas precisavam utilizar a mesma foto? Com tantas câmeras no Haiti, tenho certeza que existem outras milhares de fotos tão fortes quanto esta aí que a Revista Veja e a Revista Época estamparam em suas últimas edições.

Feliz o fotógrafo que lucrou duas vezes e pode colocar no seu currículo que "fez", na mesma semana, as duas capas mais importantes do país.

Boa semana a todos.

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Post grande, mas te garanto que vale a pena. 

Ontem pela manhã, estive na sede do Grupo de Mídia, em São Paulo, para acompanhar mais uma etapa do Fórum de Debates promovido pela APP.

Desta vez, o tema foi PESQUISA É O DESAFIO DAS NOVAS MÍDIAS: VAI SER POSSÍVEL MEDIR O RETORNO DO INVESTIMENTO EM NOVAS MÍDIAS e os debatedores foram Fábia Juliazs (Ibope), Adriana Scalabrin (Rede Globo), Marcelo dos Santos (Totvs) e Ângelo Franzão (Grupo de Mídia).

O debate começou bastante amistoso com cada profissional defendendo seus interesses, é claro. De forma bastante resumida, vai aqui a participação de cada um:

Fábia Juliazs (IBOPE): Segundo ela, profissionais de comunicação não devem perder mais tempo analisando o poder da Internet. Isso já é fato e não cabe mais essa discussão. Disse ainda, que atualmente 27% dos brasieliros acessam a internet e que a princípio, pode parecer pouco, porém, se colocarmos em números absolutos, temos duas vezes mais internautas que a população da Austrália. (Será mesmo? Vou conferir isso depois). Disse que hoje não existem mais o paradigma "faça uma coisa de cada vez" e o profissional que assim pensar está com seus dias contados. O próprio internauta hoje, trabalha com mais de 5 abas abertas do seu browser, conversa no MSN, escuta música, fala no celular e ainda dá uma olhada para a tv ligada. Momento bastante importante foi quando a Fábia apresentou alguns números da conexão de internet via celular no Brasil. Ainda que tenhamos mais de 70% das linhas de celular compostas por sistema pré pago, o número de brasileiros que vem acessando internet por celular, vem crescendo absurdamente. Quanto ao assunto que esse internauta via celular procura, estão música (21%) e esporte (12%). Esse aumento vertiginoso de conexão internet via celular prova mais uma vez que o consumidor em trânsito, não é mais impactado somente por rádio e sim, pela internet. Disse também, que jovens não utilizam sites de notícias ou portais para se informar e sim, redes sociais e blogs de amigos. Para finalizar, a Fábia fez uma explanação sobre o Internet Pop, programa do Ibope, claro, que resolve os problemas de quem deseja investir em internet. Defendendo seu "peixe", encerrou: "Medição no planejamento é muito melhor que esperar o ROI".

 

Adriana Scalabrin (REDE GLOBO): Na minha opinião, foi uma particpação bem apagada. Tentou trazer para o evento, sua experiência nos E.U.A., mas que ao meu ver, é um mercado bem diferente do nosso. Segundo a Adriana, o grande problema atualmente é saber mensurar dados da Internet. Segundo ela, não existe ferramentas de ROI que sejam de fácil interpretação. Vejam palavras dela: "Ferramentas de ROI tem uma série de dados, mas não dá pra jogar tudo numa equação e fazer uma análise disso. Não é algo tão simplista assim". A Fábia, do IBOPE, parecia nervosa enquanto a Adriana dizia isso. hehe E a Adriana continuou: "Como posso saber o quanto aquele investimento agregou de resultados para meus clientes"? Por fim, disse que planos de mídia focados na Internet, como único meio de comunicação tendem ao fracasso. Citou o caso da Volks, nos. E.U.A. que com 2,5% de share, entregou sua conta para uma agência digital e não conseguiu aumentar sua participação anunciando somente em Internet.

 

Marcelo dos Santos (TOTVS): Iniciou sua participação, apresentando dados da empresa Totvs no Brasil e no mundo. Fiquei surpreso com o poder de fogo e o tamanho da empresa. Segundo o Marcelo, a emrpesa possui 38,7% de share no Brasil. É algo absurso, deixando suas concorrentes, como a IBM por exemplo, para trás, aqui no Brasil. O Marcelo é o diretor de marketing da empresa e recentemente deu uma entrevista para a Revista Marketing. Vale a pena conferir. Mostrou a estrutura organizacional do departamento de marketing da empresa e de que forma a empresa entende e trabalha com as mais variadas feramentas do marketing. Ao meu ver, ele que tem uma formação em Economia, entende muito mais de Marketing, que inúmeros profissionais que estão à frente de suas empresas atualmente. Para finalizar, criticou a postura de agências de publicidade e de profissionais de marketing que estão mais preocupadas com a questão estética do que com resultados (R$). Disse que prefere que algo seja feio porém rentável,  do que o contrário. "Nosso site hoje é muito bonito, moderno. Porém, 50% dos nosso clientes tem dificuldade para encontra lá o que precisam. Por esse motivo, nosso site está sendo reformulado. Nos próximos dias, entrará no ar, o novo site da Totvs, muito mais simples, até mais feio, eu diria, mas com uma funcionalidade muito maior para nossos clientes.", concluiu.

 

Ângelo Franzão (Grupo de Mídia): Também disse ser indiscutível o poder da Internet como meio de comunicação. Disse que acredita ainda que em relevância, acredita sesr o principal meio.  Disse que hoje, ao montar um plano de mídia, o profissional deve analisar duas questões: o público e o que esse público anda falando da marca por aí. Apresentou dois gráficos bastante interessantes que fazem com que tenhamos que repensar muita coisa em mídia. "Os novos meios chegaram pra competir com os chamados tradicionais. Os meios tradiconais não vão sumir, mas passarão a dividir espaço com os novos meios, sem dúvida", disse. Em um outro momento, aproveitou oara discordar da Adriana, dizendo que existem sim, ferramentas de ROI com muita credibilidade no mercado.  Antes que o debate fosse aberto para perguntas, o Ângelo tocou no assunto, bastante discutido pelo Grupo de Mídia, no primeiro semestre, sobre o ensino da Mídia, nas Universidades. Esse blog já discutiu bastante a respeito. Disse da diferença do que se ensina na faculdade e no que realmente acontece no mercado.

Quando abriram para perguntas, esperei minha vez e fiz as seguintes indagações:

Aproveitando o "gancho" deixado aqui pelo Ângelo, gostaria de falar também sobre o ensino da Mídia, nas Universidades. Sei que não é o foco do debate, mas acho pertinente até por termos aqui hoje, uma representante do IBOPE. Sou professor de mídia e a grande dificuldade está justamente em manter uma proximidade com o mercado. O Grupo percebeu isso e a partir desse ano começa a trabalhar nesse sentido. Porém, em sala de aula, ainda ficamos muito focados em VERONEZZI e TAMANAHA, que são prossioais do mais alto escalão e credibilidade, mas não falam de novas mídias. A mídia hoje é muito rápida. Questõs como Twiter e Facebook não são discutidas em Mídia nas Universidades. Eu procuro levar essas questões para a sala de aula, mas ainda representam muito pouco de todo o conteúdo programático proposto pelo MEC. Brigo com meu coordenador pedagógico. Hoje, a pesquisa de mídia tem uma importância gigante no mercado publicitário e isso não é colocado dentro das universidades. Temos uma aula dedicada a esse assunto. Por que o IBOPE, e queria aqui, aproveitar a presença da Fábia, não disponibiliza ferramentas para as faculdades? Os institutos de pesquisas fazem acordos com ESPM, CÁSPER, METODISTA, mas e as demais universidades? Por que os institutos não disponibilizam essas ferramentas de pesquisa também para outras universidades?

Agora sim, voltando ao foco do debate, gostaria de saber se existe uma mensuração de resultados de PALAVRAS e não de números quanto aos investimentos em novas mídias? Ao meu ver, todos se preocupam com retorno em números, euquanto as novas mídias, permitem uma maior interatividade com os consumidores. As redes sociais influenciam o consumo e eu acho que hoje, as empresas não estão preparadas para trabalhar com as críticas que ferramentas como o Twitter, por exemplo, pode trazer. O mercado sempre estave preocupado em saber quem é esse consumidor e o que ele faz, e agora as redes sociais, possibilitam que esse consumidor, diga diretamente a marca, o que ele pensa da marca. Isso é novo e ao meu ver os anunciantes não estão preparados para isso.

 

Bom, o post já está enorme e sei que apenas aqueles que se interessam pelo assunto, irão ler isso até o final.

Caso queriam saber as respostas das minhas perguntas, enctrem em contato comigo, que terei o maior prazer em responder.

Enviarei cópia deste post de hoje à todos que formaram a mesa, no fórum de ontem.

 

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A APP (Associação dos Profissionais de Propaganda) promoverá no próximo dia 09, mais um Fórum de Debates.

O evento que já está na sua 18° edição, discutirá o tema "PESQUISA É O DESAFIO DAS NOVAS MÍDIAS: VAI SER POSSÍVEL MEDIR O RETORNO SOBRE O INVESTIMENTO EM NOVAS MÍDIAS".

O tema será discutido por grande nomes do mercado, como Fábia Juliasz (Ibope), Adriana Scalabrin (Rede Globo), Marcelo dos Santos (TOTVS) e o nosso presidente do Grupo de Mídia, Ângelo Franzão. 

Já confirmei minha presença no evento e pretendo de lá, ir atualizando o blog com as novidades.

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Este blog decidiu não comentar a guerra protagonizada pelas emissoras Record e Globo, nos últimos dias.

A idéia é que a poeira possa abaixar para depois de ouvir todas as partes, dar o nosso "pitaco".

Porém, me deparei com esse vídeo na net. É um dos mais acessados do Youtube, nesta semana.

O vídeo mostra os dois tempos na vida do profissional Celso Freitas.

 Vida de jornalista é assim mesmo ou cabe aí um julgamento de seus valores?

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Sempre me preocupei com a qualidade do ensino de Mídia nas universidades.

Quando eu fazia faculdade, tive o prazer de ter como professores, o Mestre Amadeu Nogueira de Pádua, o HOMEM DA COMUNICAÇÃO da Nestlé e professor da ESPM e Davidson Iuspa, da Rede Globo. Além disso, meu outro ídolo, sempre foi meu tio, Newton Crespo, que foi diretor de Mídia da Ogilvy, por mais de 20 anos e hoje atua na Rede TV!

Todos eles foram importantes na minha formação porque me levaram mais do que o conhecimento da faculdade e sim, a realidade do mercado.

Em Mídia, muitas coisas são ensinadas na faculdade, que o aluo jamais vai usar aquilo na profissão. Sendo assim, cabe ao professor de mídia, aliar a teoria com a prática.

Paulo Tamanaha, um dos maiores mídias desse país, também professor da ESPM, diz que os alunos se mostram muito mais interessados, quando ele leva à aula, casos reais, de clientes reais, com problemas reais.

Eu sempre tento fazer isso em minhas aulas. Tento ao máximo colocar alí, a realidade do mercado.

Quando chega na fase do planejamento de mídia, coloco aos alunos situações bastante diferentes.

Ao meu ver, pedir um plano de mídia de um cliente grande, com uma verba de milhões de reais, é bastante interessante, porém, a realidade me faz crer que poucos alunos que ali estão terão essa oportunidade em suas vidas. Sendo assim, coloco também aos alunos, um plano de mídia de um cliente pequeno, como uma loja de informática, instalada dentro de um shopping,em uma cidade do interior de São Paulo, por exemplo. Verba muito menor, problemas muito maiores, porém uma proximidade muito maior com o mercado.

Levei essas minhas angústias ao Ângelo, presidente do Grupo de Mídia de São Paulo, no início do ano.

Ele disse que essa também é uma preocupação dele. E resolveu agir.

O Mídia Dados 2009 traz uma matéria enorme sobre essa questão. O Grupo resolveu convocar às universidades para "ouvir" quais são os problemas enfrentados por professores e alunos, em sala de aula.

Achei muito bacana a discussão. Inúmeros professores de faculdades de grande renome no cenário brasileiro, compareceram e colocaram ali, seus problemas.

Tirando as "abobrinhas" colocadas pela Monica Hoera, da UniSantos, que nem profissional de mídia é (ela foi minha professora), muita coisa interessante foi colocada.

Dentre as dificuldades colocadas, destaco duas: a dificuldade das universidades em conseguirem os programas de pesquisa de mídia, como o Sisem, da Marplan ou os programas de audiência do Ibope; e a dificuldade de levar às salas de aula, os reais preços de comercialização dos veículos. Muitas das universidades utilizam o Jovedata para resolver essa questão.

O Grupo de Mídia listou as necessidades e prometeu agir. Um convênio com os institutos de pesquisas seria uma solução bastante razoável. Vamos ver o que acontece.

De qualquer forma, eu como professor de mídia, sou muito grato ao Ângelo, ao Grupo e aos professores que lá estiveram. Menos a Mônica, que falou bobagem.

Bom final de semana a todos.

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Neste Domingo, tive a felicidade ou a falta dela, de acompanhar a estréia do Reality Show "Jogo Duro", da Rede Globo.

Trata-se de mais um dos formatos da holandesa Endemol e que a Rede Globo anda comprando.

O programa surgiu muito rapidamente, para fazer frente ao reality show "A Fazenda", da Rede Record, que também é uma catástrofe.

A divulgação do "Jogo Duro" foi curta, na própria programação da emissora e em alguns veículos da mídia especializada.

Achei o programa bem fraquinho. Meia dúzia de répteis não vai segurar a audiência por muito tempo.

Além disso, percebo mais dois agravantes:

Primeiro: o prêmio oferecido (máximo R$ 30.000,00) é baixo. Por que não pode ser um valor mais atrativo? Nesse primeiro episódio, o vencedor levou algo em torno de R$ 11.000,00.

Segundo: o apresentador é uma tranqueira. Por que não colocaram o Zeca Camargo para apresentar o Programa?

Sei que isso é muito subjetivo e também sei que sou um chato e crítico demais, mas achei a coisa muito mal feita.

"Jogo Duro" foi assistir aquilo! Mas vamos lá. Minha idéia é falar da questão da publicidade.

Nos três intervalos comerciais do programa, todos eles rápidos, foram veiculados quase que, somente, produtos da Rede Globo. Apenas um anúncio de uma indústria automobilística completou o intervalo comercial. O restante do tempo foi ocupado pelo Canal Futura, Som Livre, Campanha de Solidariedade realizada ou incentivada pela emissora e mais um monte de vinhetas de sua própria programação.

Será que não houve tempo para vender publicidade? Será que ninguém quis associar sua marca ao programa desconhecido? Ou ao Paulo Vilhena? rs rs rs Ou será que trata-se de uma estratégia da emissora?

Assim que o programa acabou fui me informar sobre os dados de audiência.

O programa teve pico de 40 pontos de audiência e média de 20. Bateu o concorrente "A Fazenda" da Rede Record, que teve média de 8 pontos. Uma audiência bastante interessante, na minha opinião.

Porém, devemos lembrar que era dia de estréia e isso sempre gera uma expectativa nas pessoas.

Ainda quanto à audiência, teremos que aguardar o próximo episódio do programa para saber os números do Ibope.

Se esse número cair, haja produto da Rede Globo para anunciar!

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