Galera,

No Portal Exame, saiu uma matéria da jornalista Carolina Meyer, muito interessante sobre o anti-marketing ocorrido para inúmeras marcas, na décima edição do BBB.

Com os devidos créditos da matéria, tomo a liberdade de copiar aqui para vocês.

Vejam o artigo:

por Carolina Meyer

Para muita gente, a décima edição do Big Brother vai ficar marcada como a que consagrou o politicamente incorreto Marcelo Dourado, jogador reincidente que, graças às suas pérolas, acabou colocando a Globo numa baita saia justa com o Ministério da Saúde (a ponto de a emissora ter de veicular um comunicado esclarecendo as formas de transmissão da aids durante a final, na terça-feira).

Mas a edição foi muito mais interessante do que isso — sobretudo para as empresas que costumam usar o Big Brother como vitrine de marketing. Algumas das ações planejadas pelos executivos não surtiram nem de longe o efeito planejado. Em alguns casos, o resultado foi exatamente o contrário.

Vejam o que aconteceu com a Ambev, um dos tradicionais anunciantes do programa. Para promover o Guaraná Antarctica, a empresa criou um jogo segundo o qual os participantes deveriam beber uma quantidade de copos do refrigerante determinada pelo arremesso de um dado gigante.

Tamanho era o investimento em imagem que até o craque Ronaldo participou do quadro, como juiz.

Pois alguns dos participantes simplesmente se recusaram a terminar o jogo, e não esconderam o mal-estar que sentiram ao ingerir três ou quatro copos do Guaraná.

Ou seja. A Ambev pagou uma nota para ter seu produto detonado em rede nacional.

Outra ação que teve resultado inesperado foi a da Honda. A montadora sorteou um de seus maiores sucessos de vendas, a Honda Bizz, entre os participantes da casa. O vencedor foi o Serginho, homossexual assumidíssimo — que tratou de apelidar a motocicleta de “Honda Bicha” (com uma ajudinha do próprio Pedro Bial).

Não que a Honda tenha demonstrado qualquer tipo de preconceito com relação à atitude. Mas certamente não era essa a sua estratégia de comunicação.

Fica, então, a lição para as próximas edições do reality show. Quando se trata de gente, o resultado nunca é assim, preto no branco. Sorte da marca que conseguir lidar com isso de maneira tranqüila. Até porque, a julgar pela enxurrada de empresas que despejam um caminhão de dinheiro no Big Brother todo ano, o risco deve mesmo valer a pena.

Abaixo, a tal prova da Ambev com o Guaraná Antarctica:

 

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O Ibope divulgou hoje, o relatório com as 50 maiores agências do 1. bimestre de 2010.

Os números que são publicados pelo Ibope Monitor, referem-se a compra de mídia, considerando valores de tabela e não, valores negociados.

A Y&R, que ainda possui a conta da Casas Bahia, aparece em primeiro lugar.

Destaque para a Z+, que possui a conta da Hyundai e aparece pela primeira vez no Top 10.

A Ogilvy, que fechou 2009 como a quarta maior, fecha o primeiro bimestre de 2010, na décima colocação. O motivo certamente é que a agência possui grandes clientes em que concentram suas verbas em outros períodos do ano.

Aqui no Blog do Crespo mostraremos apenas as 10 maiores.

Para saber as colocações das demais agências, acessem o Almanaque Ibope, em www.almanaqueibope.com.br

Vejam:

Janeiro a Fevereiro 2010

Moeda: R$ (000)

1. Y&R                                     661.422

2. Euro RSCG Brasil                  273.691

3. DM9DDB                              249.324

4. JWT                                     242.826

5. AlmapBBDO                         230.708

6. Neogama                             222.246

7. Africa                                  221.333

8. BorghierhLowe                     218.648

9. Z +                                     190.660

10. Ogilvy & Mather Brasil         178.899

 

Fonte: Ibope Monitor

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Na última Quarta-Feira, o Ibope divulgou o ranking das 50 maiores agências de publicidade.

Vale lembrar, que o Ibope Monitor, considera os valores totais de compras de mídia, ou seja, sem levar em consideração os descontos, que em 100% das vezes, são negociados entre as partes envolvidas.

Ainda assim, vale conferir. Os valores estão em R$.

Y&R - 4.858.293.000
AlmapBBDO - 1.825.045.000
JWT - 1.548.164.000
Ogilvy - 1.534.553.000
BorghiErh/Lowe - 1.485.514.000
DM9DDB - 1.411.809.000
NeogamaBBH - 1.358.952.000
Africa - 1.296.446.000
Fischer+Fala - 1.151.157.000
10ª Giovanni+DraftFCB - 1.115.957.000
11ª McCann Erickson - 1.089.211.000
12ª F/Nazca S&S 1.086.242.000
13ª Z+ - 1.047.498.000
14ª Euro RSCG - 996.173.000
15ª Leo Burnett - 990.020.000
16ª Talent - 871.364.000
17ª PPR (NBS e Quê) - 841.408.000
18ª Lew'Lara\TBWA - 769.131.000
19ª 141 Soho Square - 736.848.000
20ª My Propaganda - 679.515.000
21ª Publicis - 675.232.000
22ª DPZ - 668.732.000
23ª Propeg - 628.643.000
24ª Artplan - 594.865.000
25ª Multi Solution - 508.824.000
26ª Loducca - 461.849.000
27ª PA Publicidade - 439.381.000
28ª MPM - 412.305.000
29ª Age - 408.805.000
30ª Salles Chemistri - 394.593.000
31ª Moma - 393.982.000
32ª Nova S/B - 385.899.000
33ª Taterka - 356.765.000
34ª Eugenio - 338.377.000
35ª Agnelo Pacheco - 318.032.000
36ª Lua Branca - 315.888.000
37ª Master - 312.613.000
38ª PRO Brasil - 311.328.000
39ª Fullpack - 299.591.000
40ª QG - 281.157.000
41ª MatosGrey - 251.518.000
42ª P&M - 244.975.000
43ª W/ - 237.661.000
44ª GP7 - 235.346.000
45ª LongPlay - 360 226.691.000
46ª Dentsu - 204.207.000
47ª Matisse - 196.202.000
48ª United Publicidade - 183.216.000
49ª Patria - 171.215.000
50ª Escala - 158.579.000

 

 

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Como foi dito no post anterior, no mesmo dia 24 de Novembro, ocorreu nas dependências da UniSant´Anna, uma palestra com o pessoal do IBOPE.

A palestra proferida por Pedro Henrique e Leonardo Falco, teve como público alvo, os alunos de Publicidade e Propaganda peresentes na Semana Sant´A de Comunicação, Design e Artes.

A palestra foi negociada e firmada ainda no mês passado, quando a UniSant´Anna e o IBOPE assinaram uma carta-acordo, possibilitando a instalação do software Ibope Workstation, nos laboratórios de informática da Unisant´Anna.

Uma ótima sexta-feira a todos.

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Na última Terça-Feira, dia 24, tivemos a presença da maior autoridade em mensagem subliminar do país, Flávio Calazans.

Formado em Comunicação Social pela Universidade Católica de Santos, possui ainda Mestrado e Doutorado pela  Escola de Comunicação e Artes, da USP.

Autor do livro PROPAGANDA SUBLIMINAR MULTIMÍDIA, que já está em sua sétima edição, e literatura obrigatória pelo MEC para o curso de Publicidade e Propaganda, Calazans ministrou uma palestra de mais ou menos uma hora, no auditório principal do Campus Santana, na UniSant´Anna.

Mais de 250 pessoas assistiram a palestra de Calazans que por inúmeros momentos, deixou os presentes boquiabertos com suas explicações e exemplificações sobre mensagem subliminar.

Ao término da palestra, os presentes puderam fazer perguntas ao palestrante, que atendeu a todos com muita simpatia.

Quem desejar saber mais sobre o Calazans, pode entrar no site dele (www.calazans.ppg.br), que além de muita informação bacana, tem um resumo com inúmeras fotos da entrevista que ele deu ao Programa do Jô, anos atrás.

Hoje a tarde, postarei aqui fotos da segunda palestra da Terça-Feira, com o pessoal do IBOPE.

Ah... a foto foi tirada e enviada pela Prof. Myriam Perrela.

Até mais tarde.

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Saiu hoje, a programação definitiva de Publicidade e Propaganda e Design Gráfico da da Semana Sant´A de Comunicação, Design e Artes, da UniSant´Anna

Vale lembrar que cada curso tem sua própria programação, uma vez que além do auditório, a universidade disponibilizará ao evento, uma sala temática voltada para cada especialidade. 

Sendo assim, a programação que posto aqui hoje, é destinada aos alunos de Publicidade e Propaganda e alunos do curso Técnido de Design Gráfico, da Semana Sant´A de Comunicação, Design e Artes, da UniSant´Anna.

Para a abertura da sala temática no dia 23, teremos a presença de Roni Szuchman, que é sócio diretor da Just Propaganda e autor de mais de 20 artigos publicados sobre propaganda. Szuchan irá discursar sobre a evolução da propaganda, dos tempos da caverna até o início do século 20, exemplicar propagandas de vanguarda e as novas tendências para a propaganda do futuro.

No segundo horário da noite, ocorrerão apresentações de trabalhos dos alunos dos primeiros semestres do curso de Publicidade e Propaganda. Os trabalhos foram selecionados pelos professores e têm os mais variados temas, como: Ética na Comunicação, Ética na Atividade Publicitária, Psicologia da Comunicação, etc. 

No dia 24 de Novembro, o audítório principal será destinado aos nossos alunos e desta forma, teremos duas grandes palestras: no primeiro horário, Flávio Calazans, autor do livro "Propaganda Subliminar Multimídia" que já está na sua sétima edição. É sem dúvida, a maior referência no assunto.

No segundo horário, Pedro Henrique e Leonardo Falco, do IBOPE, irão levar aos presentes, a importância das ferramentas disponíveis pelo IBOPE para a Pesquisa de Mídia, área de extrema importância dentro da Publicidade. Além disso, irão expor aos alunos, o valor que pode agregar aos alunos, o conhecimento da ferramenta Ibope Workstation, disponível nos laboratórios da UniSant´Anna, por conta de uma parceria fimada entre Ibope e UniSant´Anna no início do mês e que deverá ser utilizada no próximo semestre.

Ainda no dia 24 de Novembro, por toda a noite, haverá exposição de fotos na sala temática. As fotos são dos alunos do curso de Publicidade e Propaganda e tem orientação das Professoras Ivany e Juliana.

Já no dia 25, no primeiro horário, eu e o Prof. Lelo, falaremos sobre Social Media e Links Patrocinados. No segundo horário da noite, haverá apresentação dos trabalhos de fotografia, da exposição da noite anterior.

Na quinta-feira, dia 26, haverá a apresentação do filme "Sonho Tcheco", documentário bastante interessante e que aborda a questão: "anúncio fantasma". Por este motivo, no segundo horário, os alunos acompanharão um debate sobre o assunto, abordando cenas do filme a recente campanha publicitária da WWF, criada pela DM9 DDB. Os debatedores ainda não estão definidos.

Na Sexta-Feira, último dia do evento, os alunos de Design Gráfico muito possivelmente, deverão acompanhar a palestra da Adobe. A palestra ainda não está confirmada, porém, isso deve ocorrer ainda nas próximas horas. No segundo horário, haverá apresentação de trabalhos dos alunos do Curso Técnico de Design Gráfico.

 

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Com o objetivo de analisar o comportamento dos profissionais de mídia, o IBOPE Mídia desenvolveu o estudo especial Conexão dos Mídias, que ouviu 85 entrevistados durante o MaxiMidia 2009, evento do setor que aconteceu entre os dias 6 e 8 de outubro, em São Paulo.

A pesquisa busca retratar a percepção deste público específico em relação ao tema conectividade e compará-la com a média  obtida na pesquisa  "Conectmídia: Hábitos de consumo de mídia na era da convergência", que aponta como o cenário da convergência de meios atual afeta a vida, as ambições e os relacionamentos do consumidor brasileiro.

O estudo inédito revela que os profissionais de mídia são heavy users dos meios de comunicação e apresentam uma visão diferente desse momento cheio de possibilidades que é a era da informação. É interessante notar, porém, que em algumas situações a reação destes protagonistas é exatamente igual à da população, externando angústias e desejos similares.

Reações parecidas


Os profissionais de mídia aproximam-se da população quanto a sentirem-se pressionados com a quantidade de informações disponíveis atualmente:  57% deles sentem-se desta forma, enquanto esse resultado nos demais consumidores é de 53%. Os públicos estão em linha, porém, quando questionados sobre conseguir absorver toda a informação e tecnologia disponíveis: os resultados são praticamente iguais, com 60% e 59%, respectivamente.

Com relação ao comportamento midiático, muito provavelmente por força das exigências e especificidades do trabalho, os resultados foram diferenciados. Os profissionais de mídia revelam maior preocupação com a qualidade da informação (91%) do que a média da população, com um índice 10 pontos percentuais menor. Essa diferença de comportamento é maior ainda quando se trata de consumo simultâneo dos meios, que aparece como uma realidade expressiva no dia a dia desse profissional. Quando levados a ratificar a frase “na maioria das vezes, me dedico a um meio de cada vez”, apenas 38% dos mídias concordam, enquanto na população esse índice é mais que o dobro, batendo na casa de 82%. Além disso, 83% dos mídias declaram ter o hábito de ouvir rádio e navegar na internet simultaneamente.

Se o consumo simultâneo é rotina para os profissionais do setor, a vida online também está definitivamente incorporada nas atividades, já que 78% consideram as redes sociais como parte da rotina e 32% preferem relacionar-se virtualmente. São índices expressivamente mais altos comparados aos obtidos com o total da população para a qual 45% têm as redes sociais como rotina e apenas 16% preferem trocar o relacionamento pessoal com amigos/família/colegas de trabalho para falar por computador.

Além disso, mais da metade dos mídias (54%) afirma que habitualmente baixa fimes/séries pela internet, enquanto esse índice não chega a um quarto da população, sem falar que 65% dos mídias ouvem rádio pela internet com freqüência, índice que fica na casa de 26% no geral.

Internet supera


Como não poderia ser diferente, os profissionais de mídia estão mais sintonizados com as profundas transformações do padrão de consumo atual. Na medida em que o celular se firma como a multiplatafo rma de comunicação, para um terço da população as mensagens de propaganda são bem-vindas nesse canal, enquanto quase a metade dos mídias tem a mesma opinião. Mas, para esse profissional, o computador com acesso à internet supera todos os outros canais, seguido de outra plataforma de comunicação ativa instantânea: o telefone celular. “As pessoas estão dispostas a receber conteúdos diversos, propaganda, entretenimento. A eficiência será maior dependendo do momento de cada meio”, analisa Dora Câmara, diretora comercial do IBOPE Mídia.



2020


Algumas questões provocam reações exatamente iguais entre os profissionais de mídia e a população, como no caso da sensação de que o tempo tem passado cada vez mais rápido e no desejo de que gostariam de ter mais tempo para si. A crença de que o tempo estará escasso em 2020 é compartilhada por 87% destes formadores de opinião, muito em função do ritmo frenético de trabalho desta categoria, enquanto na população esse índice não chega à metade. Tanto para a maioria dos mídias quanto da população, água e recursos naturais também estarão escassos no futuro. E se por um lado os mídias têm uma visão menos otimista quando se trata de escassez de contato pessoal, 18% apenas acreditam que naquele ano o trabalho é que vai faltar, diferente de 56% da população.

Metodologia


Pesquisa Especial Conectvidade
Estudo realizado entre 24 e 28 de agosto de 2009, com pessoas com mais de 10 anos de idade da região metropolitana de São Paulo. Foram realizadas 800 entrevistas.

Pesquisa Especial Conectividade com profissionais de mídia
Estudo realizado entre 06 e 08 de outubro de 2009, com profissionais de mídia no estande do IBOPE Mídia no MaxiMídia. Foram realizadas 85 entrevistas.
Para saber mais sobre a pesquisa acesse: http://www.ibope.com/conectmidia/

Fonte: Ibope

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Nota publicada no site do Clube de Criação de São Paulo, em 22 de outubro de 2009, com dados do IBOPE Mídia

A Y&R mantém a liderança no ranking de agências organizado pelo IBOPE Mídia. A AlmapBBDO continua ocupando o segundo lugar. Já a BorghiErh/Lowe, que estava na quarta posição, subiu para a terceira colocação na nova lista, que traz informações de janeiro até setembro de 2009.

A JWT, anteriormente no terceiro lugar, ficou na quarta posição, seguida pela Ogilvy (que subiu da sétima posição para a quinta). A agência Babel faz sua estreia no ranking.

Para elaborar o ranking, o IBOPE Mídia leva em consideração os investimentos dos clientes das agências em mídia, de acordo com os valores de tabela dos veículos, sem contar os descontos.

Não foram considerados dados referentes aos meses de julho, agosto e setembro de 2009 no meio outdoor.

Confira abaixo a lista das 50 maiores agências brasileiras:

Ranking de Agências - Janeiro a Setembro 2009
Moeda: R$ (000)

Posição Agência Investimento
1 Y R 3.436.839
2 ALMAP BBDO 1.303.342
3 BORGHIERH LOWE 1.097.315
4 JWT 1.079.148
5 OGILVY E MATHER BRASIL 1.031.785
6 AFRICA 938.384
7 DM9DDB 923.179
8 NEOGAMA 886.744
9 FISCHER+FALA 797.536
10 FNAZCA S&S 789.919
11 GIOVANNI+DRAFTFCB 785.771
12 MCCANN ERICKSON 744.739
13 EURO RSCG BRASIL 717.442
14 Z+ 716.256
15 LEO BURNETT 639.800
16 TALENT 601.814
17 LEW LARA TBWA 547.496
18 PPR 540.173
19 PROPEG 490.124
20 DPZ 481.515
21 MY PROPAGANDA 480.121
22 141 SOHO SQUARE 473.172
23 PUBLICIS BRASIL 461.540
24 ARTPLAN 387.746
25 MULTI SOLUTION 345.727
26 LODUCCA PUBLICIDADE 328.776
27 MPM PROPAGANDA 298.806
28 SALLES CHEMISTRI 289.314
29 NOVA SB 288.320
30 P A PUBLICIDADE 281.244
31 MOMA PROPAGANDA 277.374
32 TATERKA 245.402
33 AGE 245.022
34 EUGENIO PUBLICIDADE 236.024
35 LUA BRANCA 223.883
36 PRO BRASIL 215.188
37 MASTER 210.932
38 QG PROPAGANDA 198.626
39 FULLPACK COMUNICACAO 189.498
40 P E M PUBLICIDADE E MARKETING 173.058
41 MATOSGREY 169.456
42 AGNELO PACHECO COMUNICACAO 168.296
43 DABLIUS 162.202
44 UNITED PUBLICIDADE 160.222
45 GP7 150.687
46 PATRIA PUBLICIDADE 130.646
47 SM2 123.021
48 MATISSE PROPAGANDA 113.857
49 DCS COMUNICACOES 113.006
50 BABEL 107.801

Fonte: Ibope

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Ontem, dia 21 de Outubro de 2009 foi assinada a carta-acordo que estabelece uma parceria entre o Ibope (maior instituto de pesquisas do país) e o Centro Universitário Santanna.

O acordo prevê a instalação de programa Ibope Workstation nos laboratórios da UniSant´Anna, campus Santanna.

Tal ferramenta foi criada em 2007 e atualmente é voltada para atender o universo acadêmico. O software possibilita o acesso à dados como audiência domiciliar e individual e faz análises customizadas de audiência e frequência em banco de dados reais de anos base anteriores. Tais informações auxiliarão os alunos dos últimos anos do curso de Publicidade e Propaganda, no desenvolvimento de pesquisas e planos de mídia para trabalhos solicitados pelos professores e até mesmo para o Projeto Experimental, que deve ser apresentado no final do curso.

As conversas com o IBOPE tiveram início no mês passado na sede do Grupo de Mídia, em evento promovido pela APP.

Sendo assim, gostaria de agradecer aqui, todos os envolvidos no processo que teve como conclusão, a assinatura do acordo entre Ibope e UniSant´Anna.

Por parte do Ibope, devo agradecimentos aqui à Fábia Juliaz, Valquiria Silva, Debora Kakihara, Juliana Luchiari e Eric Ferreira dos Santos e obviamente todos aqueles que, ainda que indiretamente, participaram do trabalho em prol dos alunos da Santanna. O Ibope acreditou na nossa proposta e vamos provar que fizeram um bom negócio. 

Já na Santanna devo agradecimento aos demais professores do curso de Publicidade e Propaganda, aos nossos coordenadores Rafael Gioieli e Roberto Mecca e principalmente aos nossos alunos que acompanharam todas as etapas do processo e sempre acreditaram que isso seria possível.

Aproveito ainda para agradecer a Eliane Benevides, da Ogilvy e ao Grupo de Mídia que serviram como impulso para que fôssemos atrás dos institutos de pesquisa.

A pesquisa de mídia é hoje uma das áreas mais importantes dentro de uma agência de Publicidade. Grandes agências perceberam isso há alguns anos e então criaram seus departamentos específicos para essa área, que muitas vezes são departamentos chamados de "Inteligência de Mídia".

Nosso alunos terão agora a oportunidade de levar mais esse conhecimento para suas vidas profissionais.

Penso que devemos abrir um diálogo entre professores, coordenadores e alunos para estudarmos de que maneira vamos disponibilizar a ferramenta aos alunos.

A conquista é de todos e estamos todos de parabéns!!!

Agora é trabalhar!!!

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Post grande, mas te garanto que vale a pena. 

Ontem pela manhã, estive na sede do Grupo de Mídia, em São Paulo, para acompanhar mais uma etapa do Fórum de Debates promovido pela APP.

Desta vez, o tema foi PESQUISA É O DESAFIO DAS NOVAS MÍDIAS: VAI SER POSSÍVEL MEDIR O RETORNO DO INVESTIMENTO EM NOVAS MÍDIAS e os debatedores foram Fábia Juliazs (Ibope), Adriana Scalabrin (Rede Globo), Marcelo dos Santos (Totvs) e Ângelo Franzão (Grupo de Mídia).

O debate começou bastante amistoso com cada profissional defendendo seus interesses, é claro. De forma bastante resumida, vai aqui a participação de cada um:

Fábia Juliazs (IBOPE): Segundo ela, profissionais de comunicação não devem perder mais tempo analisando o poder da Internet. Isso já é fato e não cabe mais essa discussão. Disse ainda, que atualmente 27% dos brasieliros acessam a internet e que a princípio, pode parecer pouco, porém, se colocarmos em números absolutos, temos duas vezes mais internautas que a população da Austrália. (Será mesmo? Vou conferir isso depois). Disse que hoje não existem mais o paradigma "faça uma coisa de cada vez" e o profissional que assim pensar está com seus dias contados. O próprio internauta hoje, trabalha com mais de 5 abas abertas do seu browser, conversa no MSN, escuta música, fala no celular e ainda dá uma olhada para a tv ligada. Momento bastante importante foi quando a Fábia apresentou alguns números da conexão de internet via celular no Brasil. Ainda que tenhamos mais de 70% das linhas de celular compostas por sistema pré pago, o número de brasileiros que vem acessando internet por celular, vem crescendo absurdamente. Quanto ao assunto que esse internauta via celular procura, estão música (21%) e esporte (12%). Esse aumento vertiginoso de conexão internet via celular prova mais uma vez que o consumidor em trânsito, não é mais impactado somente por rádio e sim, pela internet. Disse também, que jovens não utilizam sites de notícias ou portais para se informar e sim, redes sociais e blogs de amigos. Para finalizar, a Fábia fez uma explanação sobre o Internet Pop, programa do Ibope, claro, que resolve os problemas de quem deseja investir em internet. Defendendo seu "peixe", encerrou: "Medição no planejamento é muito melhor que esperar o ROI".

 

Adriana Scalabrin (REDE GLOBO): Na minha opinião, foi uma particpação bem apagada. Tentou trazer para o evento, sua experiência nos E.U.A., mas que ao meu ver, é um mercado bem diferente do nosso. Segundo a Adriana, o grande problema atualmente é saber mensurar dados da Internet. Segundo ela, não existe ferramentas de ROI que sejam de fácil interpretação. Vejam palavras dela: "Ferramentas de ROI tem uma série de dados, mas não dá pra jogar tudo numa equação e fazer uma análise disso. Não é algo tão simplista assim". A Fábia, do IBOPE, parecia nervosa enquanto a Adriana dizia isso. hehe E a Adriana continuou: "Como posso saber o quanto aquele investimento agregou de resultados para meus clientes"? Por fim, disse que planos de mídia focados na Internet, como único meio de comunicação tendem ao fracasso. Citou o caso da Volks, nos. E.U.A. que com 2,5% de share, entregou sua conta para uma agência digital e não conseguiu aumentar sua participação anunciando somente em Internet.

 

Marcelo dos Santos (TOTVS): Iniciou sua participação, apresentando dados da empresa Totvs no Brasil e no mundo. Fiquei surpreso com o poder de fogo e o tamanho da empresa. Segundo o Marcelo, a emrpesa possui 38,7% de share no Brasil. É algo absurso, deixando suas concorrentes, como a IBM por exemplo, para trás, aqui no Brasil. O Marcelo é o diretor de marketing da empresa e recentemente deu uma entrevista para a Revista Marketing. Vale a pena conferir. Mostrou a estrutura organizacional do departamento de marketing da empresa e de que forma a empresa entende e trabalha com as mais variadas feramentas do marketing. Ao meu ver, ele que tem uma formação em Economia, entende muito mais de Marketing, que inúmeros profissionais que estão à frente de suas empresas atualmente. Para finalizar, criticou a postura de agências de publicidade e de profissionais de marketing que estão mais preocupadas com a questão estética do que com resultados (R$). Disse que prefere que algo seja feio porém rentável,  do que o contrário. "Nosso site hoje é muito bonito, moderno. Porém, 50% dos nosso clientes tem dificuldade para encontra lá o que precisam. Por esse motivo, nosso site está sendo reformulado. Nos próximos dias, entrará no ar, o novo site da Totvs, muito mais simples, até mais feio, eu diria, mas com uma funcionalidade muito maior para nossos clientes.", concluiu.

 

Ângelo Franzão (Grupo de Mídia): Também disse ser indiscutível o poder da Internet como meio de comunicação. Disse que acredita ainda que em relevância, acredita sesr o principal meio.  Disse que hoje, ao montar um plano de mídia, o profissional deve analisar duas questões: o público e o que esse público anda falando da marca por aí. Apresentou dois gráficos bastante interessantes que fazem com que tenhamos que repensar muita coisa em mídia. "Os novos meios chegaram pra competir com os chamados tradicionais. Os meios tradiconais não vão sumir, mas passarão a dividir espaço com os novos meios, sem dúvida", disse. Em um outro momento, aproveitou oara discordar da Adriana, dizendo que existem sim, ferramentas de ROI com muita credibilidade no mercado.  Antes que o debate fosse aberto para perguntas, o Ângelo tocou no assunto, bastante discutido pelo Grupo de Mídia, no primeiro semestre, sobre o ensino da Mídia, nas Universidades. Esse blog já discutiu bastante a respeito. Disse da diferença do que se ensina na faculdade e no que realmente acontece no mercado.

Quando abriram para perguntas, esperei minha vez e fiz as seguintes indagações:

Aproveitando o "gancho" deixado aqui pelo Ângelo, gostaria de falar também sobre o ensino da Mídia, nas Universidades. Sei que não é o foco do debate, mas acho pertinente até por termos aqui hoje, uma representante do IBOPE. Sou professor de mídia e a grande dificuldade está justamente em manter uma proximidade com o mercado. O Grupo percebeu isso e a partir desse ano começa a trabalhar nesse sentido. Porém, em sala de aula, ainda ficamos muito focados em VERONEZZI e TAMANAHA, que são prossioais do mais alto escalão e credibilidade, mas não falam de novas mídias. A mídia hoje é muito rápida. Questõs como Twiter e Facebook não são discutidas em Mídia nas Universidades. Eu procuro levar essas questões para a sala de aula, mas ainda representam muito pouco de todo o conteúdo programático proposto pelo MEC. Brigo com meu coordenador pedagógico. Hoje, a pesquisa de mídia tem uma importância gigante no mercado publicitário e isso não é colocado dentro das universidades. Temos uma aula dedicada a esse assunto. Por que o IBOPE, e queria aqui, aproveitar a presença da Fábia, não disponibiliza ferramentas para as faculdades? Os institutos de pesquisas fazem acordos com ESPM, CÁSPER, METODISTA, mas e as demais universidades? Por que os institutos não disponibilizam essas ferramentas de pesquisa também para outras universidades?

Agora sim, voltando ao foco do debate, gostaria de saber se existe uma mensuração de resultados de PALAVRAS e não de números quanto aos investimentos em novas mídias? Ao meu ver, todos se preocupam com retorno em números, euquanto as novas mídias, permitem uma maior interatividade com os consumidores. As redes sociais influenciam o consumo e eu acho que hoje, as empresas não estão preparadas para trabalhar com as críticas que ferramentas como o Twitter, por exemplo, pode trazer. O mercado sempre estave preocupado em saber quem é esse consumidor e o que ele faz, e agora as redes sociais, possibilitam que esse consumidor, diga diretamente a marca, o que ele pensa da marca. Isso é novo e ao meu ver os anunciantes não estão preparados para isso.

 

Bom, o post já está enorme e sei que apenas aqueles que se interessam pelo assunto, irão ler isso até o final.

Caso queriam saber as respostas das minhas perguntas, enctrem em contato comigo, que terei o maior prazer em responder.

Enviarei cópia deste post de hoje à todos que formaram a mesa, no fórum de ontem.

 

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