Fala galera.

No Blog do colega Tuilo Dantas (www.tuliodantas.com), achei um post muito bacana e tomei a liberdade de, dando os devidos créditos, trazê-lo para o post de hoje, do Blog do Crespo.

Primeiro vejam o vídeo e depois respondam a enquete elaborada pelo próprio Tulio Dantas.

 

ENQUETE

De quem foi a culpa?

a) Do atendimento e do planner, que fizeram um briefing muito ruim

b) Do diretor do comercial, que levou alguns conceitos a sério demais

c) Do cliente, que aprovou algo tão sem noção

d) De todo mundo, inclusive de quem deu ipobe à propaganda, vai comprar um chiclete desses, e vai engordar os números de crescimento do cliente, comprovando assim o “sucesso” desta campanha

e) TODAS AS ALTERNATIVAS ANTERIORES

 

Ninguém avaliou. Dê sua nota!

  • Currently 0/5 Stars.
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5

Todos nós sabemos da importância dos softwares existentes que auxiliam na produção das peças publicitárias de qualquer agência, nos dias de hoje.

Vamos falar mais especificamente do Adobe Photoshop. Alguns criativos exageram na dose e acabam deixando a foto forçada demais, dando um entendimento à foto, nada real.

O que eu fico me perguntando é: Como algumas dessas coisas são aprovadas?

Um peça publicitária impressa, por exemplo, passa por vistas de inúmeros profissionais dentro de uma agência e ninguém percebe? Pior... o cliente olha a peça, se encanta, APROVA e não percebe?

Prestem atenção em algumas imagens abaixo e tirem suas próprias conclusões:

1. Jornal alemão traz uma matéria sobre a gripe suína e na foto da matéria, "esquece" um dos dedos do paciente. (que corte tosco)

 

2. Campanha da Azarro. Seia uma foto linda, apaixonante e sensual se não excluíssem uma das pernas da modelo.  

 

3. A primeira coisa que fiz, ao olhar essa foto, foi tentar fazer igual a modelo. Obviamente, não consegui. Teria ela uma rosca em um dos pulsos? A foto foi capa de uma revista filipina.

 

4. Que isso!!! Exageraram aqui. Terrível!!!

Querem ver mais fotos como essas? Entrem em photoshopdisasters.blogspot.com

Boa semana a todos.

3.0 ponto(s). Avaliado por 1 pessoas

  • Currently 3/5 Stars.
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5

 

Achei muito bacana o comercial de Natal, criado pela Y&R, para a Casas Bahia e que já está sendo veiculado em tv aberta.

Maia uma vez, me fez lembrar do filme Sonho Tcheco.

Não está com uma cara de comecial de despedida e término da relação entre anunciante e agência?

Ninguém avaliou. Dê sua nota!

  • Currently 0/5 Stars.
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5

Dias atrás, postei aqui no Blog do Crespo, um texto que demonstrava o constrangimento que passei em uma das lojas da rede de lanchonetes Mc Donalds.

Recebi um email do Serviço de Atendimento ao Consumidor da empresa esta semana.

Como sou justo e ético, copio aqui para vocês.

 

Prezado Sr. Filipe,

Muito obrigado por entrar em contato conosco. Clientes como o senhor são responsáveis pelo sucesso do McDonald's, pois exigem produtos e serviços à altura de sua expectativa. Desde já pedimos desculpas pela insatisfação gerada e agradecemos pela sua postura construtiva diante do acontecido. Informamos que sua experiência e seus comentários foram levados ao conhecimento de departamentos responsáveis dentro da empresa para que o assunto seja devidamente apurado internamente. Esclarecemos que este procedimento é de fundamental importância para que todas as medidas necessárias possam ser efetivamente tomadas dentro da empresa. Esteja certo de que em qualquer situação, a empresa sempre atuará com a responsabilidade de jamais abrir mão do padrão de qualidade que a caracteriza, bem como do seu compromisso com a satisfação de clientes como o senhor. Agradecemos mais uma vez pela sua mensagem e esperamos continuar contando com a sua preferência.

Atenciosamente,

Departamento de Relacionamento com o Cliente
McDonald’s Brasil
Há 30 anos fazendo parte da vida dos brasileiros.

4.5 ponto(s). Avaliado por 2 pessoas

  • Currently 4,5/5 Stars.
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5

Ultimamente tenho lido bastante coisa sobre marketing viral, mais conhecido como o marketing do boca a boca.

A Meio e Mensagem desta semana, por exemplo, traz um artigo sobre o assunto, contando sobre um fato ocorrido nos E.U.A.

Tal artigo serviu de inspiração para que eu escrevesse este post hoje.

Vou contar um caso rápido para vocês.

No último Sábado, fui até um supermercado atacadista. Após passar pelo caixa para efetuar o pagamento das compras, um funcionário do mercado nos aguardava para a veirificação nota fiscal x compras no carrinho.

Isso feito, nos dirigimos até a porta de saída do mercado, que para não deixar qualquer dúvida que se tratava de uma porta de saída, trazia uma cartolina virada para olado externo do mercado, com os seguintes dizeres: PROIBIDO A ENTRADA DE PESSOAS COM OU SEM CARRINHO".

Uma placa escrita de maneira grosseira, ao meu ver, mas tudo bem, era uma forma de mostrar que ali ninguém poderia entrar.

Eu empurrava um dos carrinhos, enquanto minha sogra empurrava o outro.

Nesse momento, uma funcionária adentrou pela porta pilotando "em alta velocidade" um carrinho de supermercado. A menina sem respeito algum, simplesmente foi entrando e empurrando quem estivesse pela frente. Ora.... minha sogra era quem estava na frente. A menina jogou o carrinho cheio de compras contra a minha sogra. Que absurdo.

Não acreditei no que vi. Aquilo pareceu algo bastante normal para a menina, que não se desculpou em momento algum e ainda saiu dando risadas ao comentar o ocorrido com outro funcionário da loja.

Pensem comigo: entrou por uma porta que não podia, não esperou o cliente sair para depois entrar, não se importou em jogar o carrinho contra uma senhora, não se desculpou e ainda tirou sarro do ocorrido.

Ron Willingham, em seu livro CLIENTE TAMBÉM É GENTE, já dizia que falta ao funcionário de um supermercado, a sensibilidade para notar que depende do cliente para manter seu emprego. Dizia ainda Willinghan, que um repositor de mercadorias por exemplo, quando desejar trabalhar em alguma prateleira, primeiro deve esperar o cliente se retirar do local, para depois continuar seu trabalho na tal prateleira. Nunca o funcionário repositor deverá tirar o cliente da frente da prateleira, ainda que o funcionário solicite educadamente. A preferência do espaço e do tempo é do cliente.

Mas voltando a história: Será que aquela menina sabia disso? Será que ela teve algum tipo de treinamento? Será que sou crítico demais?

Mas quem me conhece sabe que aquilo não ficaria daquela forma. Ainda que duvidasse e ainda duvide que algo tenha ocorrido com aquela funcionária inexperiente e mal educada, decidi procurar a gerente da loja.

Quando a gerente chegou, pediu desculpas pelo atraso em me atender, dizendo que estava resolvendo problemas importantes dentro da loja. Respondi que se ela fosse uma boa gerente, ela consideraria minha reclamação mais importante de qualquer outro serviço que eu a teria interrompido.

Com sua afirmativa, contei o ocorrido e deixei a ela a seguinte pergunta: "É ASSIM QUE VOCÊS TRATAM SEUS CLIENTES?"

A gerente, muito educada e com aparente preocupação com o ocorrido, solicitou que a menina fosse chamada para uma advertência ou algo parecido.

Não quero que a menina seja demitida. Juro mesmo.

Penso que se todos reclamarem de pequenas coisas, o comportamento para com os clientes pode sim, ser alterado. As empresas precisam repensar a maneira como tratam seus clientes. O poder está na mão dos clientes consumidores e isso já faz tempo.

Vou enviar àquela gerente, um vídeo que tenho, que se chama: JOHNNY, O EMPACOTADOR. Acho que ela poderia passar aos seus funcionários em alguma reunião.

"O consumidor satisfeito divide suas impressões com poucos, mas os clientes insatisfeitos espalham críticas bem maior", diz Selma SantaCruz, no artigo da Meio e Mensagem, que fiz referência no início do post.

As redes sociais como Twitter, Orkut, Facebook, Drimio, Scooby e outras influenciam nas decisões dos consumidores. E o Youtube então? Milhares de vídeos de consumidores insatisfeitos, mostrando ali "ao vivo" o descaso das empresas com os consumidores.

A empresa que ignorar o consumidor nesse ambiente, pagará caro por sua miopia.

Quanto ao Atacadão, espero que a gerente possa aproveitar o ocorrido para treinar seus funcionários.

Ah... esqueci e acabei escrevendo o nome do supermercado.

Ah...não tem problema é o tal do marketing do boca a boca.

 

5.0 ponto(s). Avaliado por 2 pessoas

  • Currently 5/5 Stars.
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5

Tem cliente fazendo "igualzinho" com agências de publicidade. Acha que a agência sempre cobra a mais do que merecia receber pelo serviço. Também pagamos contas!

5.0 ponto(s). Avaliado por 4 pessoas

  • Currently 5/5 Stars.
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5

Um colega de profissão, o João José, enviou dia desses, alguns ítens que ele considera básicos para um bom profissional de mídia. Eu concordo com ele. Sendo assim, segue o texto:

 

1. Estude muito. Conheça tudo sobre mídia, seu planejamento, sua execução, seu controle e negociações.

2. Conheça tudo e todo mundo dos veículos - de todos eles, dos grandes aos pequenos.

3. Construa um banco de dados, de informações sobre todos os veículos, mercados, audiências, circulações, tiragens, pontos fortes e fracos, diferenciais, etc.

4. Crie e mantenha um amplo relacionamento com todos os profissionais de veículos (além de colegas da agência e do mercado).

5. Aperfeiçoe-se sempre. Faça todos os cursos que houver, sobre mídia e comunicação em geral (mais do que só publicidade, internet, promoção, marketing direto, merchandising, etc - que podem ser úteis no teu trabalho).

6. Tente criar e manter uma equipe de trabalho altamente profissional.

7. Mantenha a ética acima de tudo.

8. Negocie sempre ao máximo com os veículos. Se você não o fizer, seu cliente ou seu chefe o fará - e você perderá a moral.

9. Não aceite subornos, como presentes, convites, shows, etc. Tudo bem almoçar com os profissionais dos veículos, a serviço. Mas nada além disso.

10. Não se prostitua, não se venda, não aceite propina ou vantagem para beneficiar o veículo que seja.

11. Defenda os interesses dos seus clientes - e da sua agência.

12. Não faça mais mídia do que for necessário...o cliente vai descobrir, um dia. E tua agência vai perder a conta.

13. Receba sempre a todos que forem apresentar seus veículos e propostas. A maior queixa dos profissionais dos veículos é a arrogância e o tratamento ruim que recebem dos/das profissionais de mídia. Quanto maior a agência, maior a arrogância. Ninguém tem Poder para sempre...pensem nisso. Um dia, podem precisar de ajuda, ou de emprego.

14. Seja honesto/a, sempre.

15. Seja muito organizado/a, em tudo que fizer.

16. Não autorize nada, sem que esteja devidamente assinado e autorizado pelo cliente.

17. Trabalhe duro e dedique-se ao máximo.

18. Leia tudo que puder, sobre mídia.

19. Não desanime, com as dificuldades e o stress que às vezes vai rolar.

20. Nunca aceite o primeiro preço dos veículos. Nem o segundo...

21. Demonstre, ao cliente, como você negociou bem.

22. Mostre ao dono da agência, que defendendo o cliente a agência manterá a conta por mais tempo.

23. Preserve, acima de tudo, a tua credibilidade. E a dua tua agência.

24. Não importa o meu ou o seu gosto pessoal. O programa de TV que você gosta, a rádio quem você ouve ou o jornal que lê. O que importa é o que o teu público gosta, quer, lê, assiste, ouve. A mídia é feita para o público-alvo da publicidade. Não é feita para os publicitários, nem para os anunciantes.

25. Não leve em consideração apenas a CIRCULAÇÃO que envolve meios (TV, Rádio, Jornal etc...). Privilegie sempre a defesa técnica considerando pela ordem os seguintes fatores : Grau de afinidade, Número de Leitores, Cobertura e por fim, a complementaridade de mídia para com o mercado.

4.8 ponto(s). Avaliado por 5 pessoas

  • Currently 4,8/5 Stars.
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5