O Copan, sem dúvida alguma é um dos mais tradicionais edifícios da cidade de São Paulo.

Eu tenho uma vontade maluca de conhecer lá dentro, mas nunca tive esta oportunidade.

Dizem que lá, tem de tudo: evangélico que mora ao lado de prostituta, que mora ao lado de chinês, que mora ao lado de advogado, que mora ao lado de ex-presidiário. (calma, nada contra chinês)

A reunião de condomínio lá deve ser um barato!!!

Mas bem... por que estamos falando do Copan?

O Copan é o assunto de hoje do Blog do Crespo porque ele será reformado. Só a reforma já daria um post bacana, mas ainda tem mais: será uma reforma diferente.

Calma, vou explicar!

Pela "primeira vez na história deste país" um edificio terá sua reforma patrocinada por empresas.

Mas que interesse as empresas teriam em patrocinar a reforma do Copan?

Ah... aí está a grande questão!

Na Lei Municipal n. 14.423/06, mais conhecida como Cidade Limpa, que entrou em vigor no município de São Paulo em 1. de Janeiro de 2007, existe uma cláusula que permite a publicidade externa na cidade desde que o anunciante contribua para melhorias urbanas, ambientais e paisagísticas.

Agora entenderam, né?

Acontece que essa cláusula não deixa bem claro os padrões que essa "publicidade externa" deve seguir e sendo assim, preparem-se: vem abuso por aí!!!

Só para se ter uma idéia, a dminitração do prédio diz já ter recebido proposta de patrocinadores, mas que não foram aceitas por conta de solicitações muito extensas na fachada do prédio.

Para concluir, a reforma está orçada entre R$ 35 e R$ 40 milhões de reais.

Essa cláusula me parece uma brecha para beneficiar uns e outros.

 

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Boa tarde a todos que por aqui passarem no dia de hoje.

Acho que faz tempo que não agradeço por sua visita. Então, ficam aqui os meu sinceros votos de agradecimento por suas tantas visitas.

O Blog do Crespo, ativo desde Abril do ano passado, cresce a cada dia e fico bastante feliz por isso.

Com o tempo, através dos muitos posts que fizemos, conseguimos formar um leque bastante grande de temas, que formam o nosso arquivo e que fazem do Blog do Crespo um espaço democrático e com caráter bastante informativo e participativo.

Além disso, o modo informal, despojado e sincero dos posts e dos comentários feitos por vocês, faz do Blog do Crespo, uma verdadeira oportunidade de "bate papo" sobre assuntos relacionados à comunicação e mais especificamente, sobre publicidade.

Eu, juntamente com a Lí (minha namorada) e o Fernandinho (meu amigo) fazemos um controle permanente e constante de tudo que aqui é postado, dos visitantes, dos horários e dos assuntos que mais despertam atenção dos que por aqui passam.

É bem verdade que esse espaço aqui já merecia estar melhor, mais dinâmico, mais bonito. Se Deus quiser, em breve, conseguiremos deixar o blog com a cara que desejamos.

Mas mesmo assim, ele é referência. Está bem posicionado não só no Google, mas para muitos profissionais do mercado, qu já nos conhecem.

Para mim, idealizador do blog, isso aqui é um filho.

Todos os dias, ou quase isso, eu entro aqui para dar uma olhada e ver se está tudo bem com meu "filho".

Já disse isso aqui e repito agora: devo ter responsabilidade, pois tenho visitantes fieis que entram aqui diariamente e esperam algo novo, informação bacana e quem sabe, alguma coisa engraçada.

São pessoas que dedicam alguns minutinhos dos seus dias, para compartilhar algo com a gente.

Hoje, temos em média 1.000 visitantes por dia, sendo de 300 a 320, visitantes únicos.

Devo ter comprometimento com essas pessoas que acreditam no que aqui posto.

O Blog do Crespo é frequantado por estudantes, recem formados, atuantes do mercado de trabalho de comunicação e pessoas com formação em outras áreas e que entram aqui e comentam, porque gostam da gente.

Mas por que digo tudo isso?

Estou dizendo tudo isso, porque tenho recebido inúmeras propostas de veiculação no blog e DIGO NÃO PARA TODAS.

Como publicitário que sou, até acho que um conteúdo relevante como o nosso, gera a possibilidade de publicidade, em um futuro, quem sabe?

Publicidade onde fique no canto dela, sem se meter no conteúdo editorial e o público saiba que aquele espaço ali foi alugado para o próprio anunciante falar bem dele e não eu.

Mas não é disso que falo. As propostas que tenho recebido são referentes à posts pagos.

JAMAIS neste blog, você irá se deparar com um post pago.

NÃO VENDO MINHA CREDIBILIDADE!!!! 

JÁ DISSE: AS PESSOAS QUE POR AQUI PASSAM, ACREDITAM NO QUE EU TENHO A DIZER!!!

Já imaginou vocês entrarem no meu blog e ler um post onde eu elogio uma empresa ou um anúncio, porque o cara está me pagando para dizer aquilo à vocês?

Com muitos de vocês sabem, trabalho na Ogilvy e nunca, eu disse NUNCA aqui na agência, me pressionaram para dizer sobre esse ou aquele anunciante, no meu blog. 

Tenho total liberdade para escrever o que eu quiser aqui e o dia que eu não tiver, deixo de escrever aqui e acabo com o blog.

Lógico, devo confança à minha agência, principalmente, em assuntos confidenciais e aenas divulgo aquilo que é comunicado ao mercado, anteriormente.

Mas de toda a bpublicidade nacional ou não, elogio e critico aquilo que eu acho que devo.

Certa vez, critiquei uma campanha da FLC e no dia seguinte, o pessoal do marketing entrou em contato comigo para saber o que tinha acontecido.

Sem pestanejar, coloquei aqui no Blog do Crespo, que o cliente havia entrado em contato comigo. Elogiei a iniciativa, mas continuei criticando a campanha. Tenho coerência.

Algo aparecido, aconteceu com o McDonalds. Publiquei um mal atendimento. Depois, cheguei a publicar aqui, o email que recebi deles, com um pedido de desculpas. Dei espaço em igual tamanho e espaço de tempo para a defesa.

Sendo assim, quero dizer a você leitor, que pode confiar no que aqui lê e vê.

Esse blog possui independência editorial e respeito a você.

E aos chatos de plantão, parem de me enviar e-mails propondo parcerias e posts pagos.

O que eu e minha equipe criamos, ninguém derruba!!!

Obrigado gente e boa semana a todos.

Vou "voar" porque tenho reunião daqui 50 minutos, há 21 km de onde estou agora. hehehe

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O artigo que "colo" abaixo, foi publicado no Jornal Folha de S. Paulo, no últmo Domingo, na caderno Opinião, na página A3.

Como tudo que Washington faz, o artigo teve grande repercussão na mídia desde sua publicação. 

Bom ver o Washington de volta à ativa, motivado e inspirado.

Belo artigo. Vejam na íntegra aqui no Blog do Crespo:

A PUTA IDEIA

"Neste mundo globalizado e digitalizado, para uma agência de publicidade ser realmente fora de série, ela precisa ser uma espécie de Maria Sharapova das agências: grande e sexy. Presente na maioria dos países, associada a uma das maiores redes, forte na América Latina, (no Brasil, principalmente) confiável para gerir contas locais, regionais e globais, com capacidade de monitorar as áreas de interesse dos clientes e descobrir o que pode trazer verdadeiras vantagens competitivas.

Mais do que isso, tem que saber detectar, testar e entender novas soluções e serviços, ter capacidade de criar encontros personalizados, trazendo os seus mais brilhantes talentos mundiais para junto dos clientes locais e buscar soluções inovadoras.

Deve também ser capaz de contar com uma plataforma que acione digitalmente os seus melhores cérebros, para gerar respostas rápidas a desafios que necessitem de uma solução imediata. A Maria Sharapova das agências tem ainda que ter especialistas em construção de marcas, planejamento de mídia, soluções digitais, ativação, eventos, pontos de venda e relações públicas.

Tem que ter uma ferramenta própria de ROI (Retorno sobre Investimento), que simule milhares de variáveis e saiba responder qual ponto de contato traz mais resultados entre todas as alternativas existentes e qual combinação de pontos de contato garante maior retorno.

Tem também que saber detectar os hábitos e valores dos públicos-chave, saber como se comportam os construtores de identidades (adolescentes), os construtores de carreira (jovens adultos), os construtores de família (jovens casais) e os construtores de uma nova vida (pessoas na maturidade). Saber as escolhas e preferências do consumidor de alta renda, descobrir para onde vai a classe C e antecipar quais são as novas tendências que estão prestes a virar comportamento de massa. Esses são, basicamente, alguns dos ingredientes para uma agência ser fora de série, mas só eles somados ainda não são suficientes.

Sem grandes criadores, capazes de gerar ideias surpreendentes, nenhuma agência chega a ser uma Maria Sharapova, mesmo contando com grande aparato intelectual e tecnológico. Chega no máximo, a ser uma Maria Vai com as Outras, particularmente aquelas outras que também são grandes, mas não são sexy. A verdade é que, apesar de todas as mudanças que aconteceram no quadro social e no universo da comunicação, uma coisa continua absolutamente igual. Só a grande ideia continua tendo o poder de seduzir, porque só a grande ideia é sexy.

Só a grande ideia é capaz de produzir "excelence in advertising". A grande ideia ("puta ideia", para os íntimos) é a origem e a razão dessa profissão. Foi assim na idade do "lay" lascado, é assim nestes tempos de iPads ambicionados e será assim no futuro, que a nós pertence."

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Na última Quinta-Feira, comentei aqui no Blog do Crespo, quanto a minha primeira impressão sobre a nova temporada do programa "Aprendiz Universitário", agora sob o comando do empresário João Dória Júnior.

Escrevi aquele post logo após o término do programa e para minha surpresa, no dia seguinte, li vários artigos que diziam as mesmas coisas ditas por mim, na noite anterior. Isso prova que de modo geral, o mercado teve a mesma impressão sobre a reestreia do programa.

Em um desses artigos, li que um incômodo ou um mal estar teria sido criado pela produção do programa e que certamente aquilo seria o comentário dos próximos dias no mercado.

E não deu outra: foi uma das notícias da semana no meio publicitário. 

Calma, vou explicar.

Uma das cotas de patrocínio do programa foi vendida à Vivo, cliente da agência Y&R, que até pouco tempo atrás, tinha Roberto Justus como presidente.

O que o corre é que a Vivo não teria gostado de uma das imagens levadas ao ar, no programa de estreia. Trata-se das cenas em que os participantes do grupo venceddor da noite, têm a oportunidade de viajarem aos Estados Unidos para conhecerem os estúdios da Universal.

Nessa parte do programa, são mostradas imagens do Grupo artístico Blue Man Group, onde os caras, totalmente pintados de azul, brincam com os participantes do programa e esses elogiam os artistas.

Mas, que mal tem nisso e por que a Vivo não gostou dessas imagens?

Muito simples, o grupo, que ganhou destaque na edição do programa, faz a campanha publicitária da Tim, por aqui.

Sim, os caras são garotos-propaganda do concorrente Tim.

Fico aqui imaginando o Hugo Janeba (Diretor de Marketing da Vivo) assistindo ao programa e topando com as cenas dos caras do BlueMan Group ou Tim, como preferirem, fazendo graça e aparecendo para todo o Brasil.

Eu teria ficado puto. E você?

Procurei o vídeo na inernet e achei a parte em que os caras aparecem na TV. O vídeo é grande mas os caras do Blue Man Group aparecem por volta de 01:55.

Bom feriado a todos.

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Ocorre em todas as profissões, mas parece que em Comunicação, a coisa é mais séria. 

No final do ano passado, em mais um dia parado nas ruas de São Paulo, escutava atentamente as informações do trânsito passadas pelo jornalista Muybo Cesar Curi, do Programa Jornal em Três Tempos, da Rádio Bandeirantes.

Sempre fui muito fã do Muybo, (que faleceu no mês passado, aos 80 anos de idade) pois, além de jornalista era criador de pássaros e excelente compositor.

Porém, notícias do trânsito de São Paulo definitivamente, não eram para ele. Quem o encarregou dessa tarefa? Ele, com um grande potencial, parecia estar sendo mal aproveitado dentro da emissora. 

Ao meu ver, aquela tarefa deveria ser entregue a uma pessoa mais dinâmica, com uma dicção melhor e possuir um texto mais enxuto e rápido. Resumindo: um jovem repórter.

Esse foi só um exemplo, mas acontece em todas as profissões. Querem ver na propaganda?

É "chover no molhado" dizer que o mercado da propaganda mudou bastante nas últimas décadas. Grande parte, só na última década. Mudanças ainda maiores ocorrerão nos próximos cinco anos.

Hoje, as agências de publicidade de todo o mundo, estão atrás de profissionais dinâmicos, pois se adaptem mais facilmente a qualquer situação.

Tanto é, que nomes consagrados nas décadas de 80 e 90, começam a perder espaço dentro das agências.  Não é por mal ou por falta de capacidade. É tendência mesmo!!!

As soluções que esses dinossauros tinham para os clientes, já não são soluções tão assertivas para os problemas dos clientes nos dias de hoje.

Os clientes hoje, querem estar nas redes sociais, trocando informações relevantes com os internautas, ou seja, pura interação com o consumidor. Como um dinossauro vai ajudar nisso?

Qual a impressão que causará ao cliente, quando ele souber que o cara que cuida da marca dele na internet, é um cabeça branca?

Conhece algum cabeça branca que entenda muito de SEM e SEO? Eu não, mas conheço garotos de 17, 18 que entendem muito. Percebem?

Como disse, as agências já começaram essa reengenharia em seus departamentos, em especial ao de mídia.

Exemplo dessas mudanças, é o Tomás Penido, Diretor Geral de Mídia do Grupo TV1. Um cara na faixa dos 30 anos, com idéias inovadoras e que surgiu para dar um novo gás ao departamento de mídia do grupo. Sangue novo, nova inspiração. Conversei com ele na semana passada e ele me dizia que em sua equipe, a maioria é jovem e são todos apaixonados por mídia, ou seja, pelo trabalho. Ele foi um exemplo, mas podemos citar aqui o Gaion, a Lica Bueno, o Luis Fernando Vieira, entre outros.

Mas ainda existem dinossauros que não perceberam que passam a atrapalhar, ao invés de ajudar. É louvável e reconhecida a capacidade técnica dos dinossauros, mas de nada adianta, se essa capacidade não atender mais as exigências da agência e os objetivos do cliente.

Os dinossauros percebem essas mudanças e para não darem o braço a torcer, prefere dizer que "o mercado já não é como antigamente".

Ou seja: "tá ruim, mas tá bom", porque se não tivesse bom, largava o osso, certo?

Esses caras deveriam ficar em casa, descansando e aproveitando a família.

Sai daí, dinossauro!!!

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Pouco depois da estréia da 10° edição do Big Brother Brasil, o diretor Boninho já estava dando explicações para os erros grotescos que ocorreram logo no primeiro dia de programa.

Ocorre que em determinado momento do programa, deveria entrar uma vinheta com imagens dos participantes desta nova edição. Até aí normal. Porém, alguém da produção colocou a vinheta errada e então foi ao ar "ao vivo", a vinheta da edição passada do reality show. Terrível!!!

"Foi um erro louco" disse Boninho, em seu Twitter, ainda na noite de ontem. E completou: "Um maluco guardou no HD, a vinheta antiga. Como roda paralelo uma de backup, trocamos ao vivo".

Eu assisti parte do programa de ontem e tive a infeliz oportunidade de ver tal BBBurrada que foi ao ar.

Logo que apareceu a vinheta antiga, minha namorada percebeu o erro e comentou comigo. Eu confesso que achei que não se tratava de um erro e disse que aquilo seria normal, uma vez que estava sendo anunciado no próprio programa, a participação de brothers de ediçoes anteriores.

Não viu? O Blog do Crespo mostra pra você!

Isso sem contar as gaguejadas de Pedro Bial, as imagens que não entravam para os particpantes na Prova do Líder, no lado externo da casa e as pérolas lançadas pelos novos moradores da casa do BBB. Teve um que tentou dar uma aula de direito para mais de 170 milhões de brasileiros. Com certeza, os batimentos cardíacos de Ives Gandra, foram nas alturas, neste momento. Coitado!!!

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Achei muito bacana o comercial de Natal, criado pela Y&R, para a Casas Bahia e que já está sendo veiculado em tv aberta.

Maia uma vez, me fez lembrar do filme Sonho Tcheco.

Não está com uma cara de comecial de despedida e término da relação entre anunciante e agência?

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Noiciamos aqui, a fusão entre o Grupo Pão de Açúcar e as Casas Bahia, na última Sexta-Feira.

No mesmo post, abri a discussão sobre a conta publicitária das empresas envolvidas na fusão, mais especificamente, as Casas Bahia.

Conforme citei naquele post, o Grupo Pão de Açucar, possui sua própria house, a PA Publicidade e isso poderia alterar muita coisa na comunicação do Grupo.

A Revista Meio e Mensagem desta semana informa que o Grupo Pão de Açucar pretende manter as agências que prestam serviços ao grupo, inclusive a Y&R, agência que possui a conta das Casas Bahia.

Navegando pela net, achei esse vídeo no AdNews. Trata-se de uma entrevista com o Diretor de Criação da PA Publicidade.

Ele fala sobre as particularidades de uma campanha de varejo.

Vale a pena dar uma conferida.

 

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Dia desses, postei aqui no Blog do Crespo, uma publicidade que ví em uma loja de tintas em Praia Grande - SP.

Falava sobre o repasse do IPI aos consumidores. TERRÍVEL!!!

Pois bem. Ontem estava lendo o BlueBus e me deparei com a notícia de que a Casas Bahia, também localizada em Praia Grande, tem um locutor aos finais de semana, que fica anunciando a todo momento na calçada, que a loja está em liquidação de Natal!!!!

Hã? Liquidação de Natal? Mas estamos em Novembro ainda!!! Será que é do Natal passado então.

O locutor nem sabe o que está falando, tenho certeza.

Estou começando a achar (novamente) que vale a pena abrir uma agência de publicidade em Praia Grande.

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Em uma de minhas leituras diárias, me deparei com a seguinte afirmação: "Propaganda boa é que todo mundo entende".

Sim, tratava-se de uma afirmação.

A tal frase foi citada pelo publicitário Fernando Campos, sócio e diretor da SantaClaraNitro Brasil em uma palestra proferida em Buenos Aires, na Argentina.

Segundo o publicitário, o sistema de multiplataformas faz com que a mensagem seja mais facilmente percebida e integrada pelo consumidor.

Até aí eu concordo, com uma campanha multiplataforma, a percepção do público, sem dúvida, se torna mais apurada.

Mas o que essa integração de mídias tem a ver com boa propaganda?

Tem campanha que faz uso de mídia tradicional e ainda assim é boa propaganda.

Eu procuro pensar no cliente. Para mim, boa propaganda é aquela que consegue atingir os objetivos do cliente.

De nada adianta uma bela campanha multiplataforma que e que não venda um produto sequer do anunciante.

Vocês concordam comigo ou não?

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