A dica de hoje é do Thiaguinho, frequentador assíduo do Blog do Crespo.

Realmente, um excelente vídeo sobre a vida e a paixão pelo futebol do ídolo argentino Maradona.

O país hermano que é referência no que diz respeito à produção de comerciais, desta vez nos traz um comercial bastante simples e modesto em sua produção, mas excelente no texto.

Parabéns à Agência argentina Lado C e principalmente ao redator do filme.

Para quem não entender o espanhol bastante "fechado" do Maradona, segue a tradução:

"Seria mais seguro ficar no pedestal de ídolo. Seria mais cômodo ficar no lugar de crítico com a palavra mais autorizada. Seria mais saudável me manter como o receptor do carinho e do amor de um país boleiro. Seria mais inteligente participar de cocteis e ver as partidas de futebol como se fossem um teatro. Seria mais gratificante dormir nos louros do 2 a 1 contra Inglaterra e 1 a 0 contra o Brasil. E não despertar no pesadelo do 6 a 1 contra Bolívia. Seria mais cômodo deixar que o tempo, pouco a pouco, vá agigantando minhas proezas. Que os pais contem aos filhos, e os filhos contem aos netos, o grande e magnífico que fui. Seria mais seguro se ficasse sentado sobre toda minha glória. Mas não seria eu".

Deu uma zuada no Pelé. Eu acho!!! 

Valeu pela dica, Thiaguinho.

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Você já deve ter utiliado um serviço Drive Thru por aí.

Os fastfoods foram os que introduziram esse sistema no país, onde você não precisa sair do carro, para receber sua refeição.

Eu até costumo utilizar o serviço pela praticidade, mas certeza de dias depois, dar de cara com uma batata frita e murcha entre os bancos do carro.

Já vi também o drive thru bancário. Tem alí na Vila Clementino. Você entra com seu carro, utiliza o caixa eletrônico e vai embora, sem ter que sair do carro. A ideia parece boa, mas eu ainda não tive coragem de utilizar esse drive thru bancário. Acho inseguro demais.

Bom, mas por que o assunto do dia é voltado ao drive thru?

Vou responder: o assunto do dia é o drive thru porque no Sábado, dei de cara com o Drive Thru da Oração.

Não, você não leu errado. É DRIVE THRU DA ORAÇÃO MESMO!!!

Estava eu e minha namorada, na Av. Domingos de Moraes, na Zona Sul de São Paulo, quando me deparei com uma faixa bastante grande e que sera suspensa por duas meninas, que continha o seguinte texto:

DRIVE THRU DA ORAÇÃO. TOME UMA BENÇÃO SEM SAIR DO CARRO.

Incrível!!!! Fiquei pasmo com a cena e até pensei em retornar para tirar uma foto. Calma, pensei ainda em mais coisa: por que não experimentar o serviço de drive thru? Deixei para uma próxima oportunidade.

Fiquei imaginando um padre dentto de uma cabina e para cada carro, que parasse, ele daria ali sua benção, desde que o motorista colocasse a cabeça para fora do carro.

É a Igreja procurando aproximação com seus, cada vez mais distantes, fiéis.

Não vai na igreja porque não tem onde parar o carro? SEUS PROBLEMAS ACABARAM. VÁ E SEJA ABENÇOADO VIA DRIVE THRU!!!

Essa é a verdadeira propaganda e não publicidade.

Uma coisa é certa: esse serviço é uma benção!!!

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No último dia 18, às 20:30 teve início a transmissão do Canal Viva, da Globosat.

Como neste dia, não leciono, tive a oportunidade de acompanhar a estréia e as primeiras horas da programação do novo canal, que na NET em São Paulo, é levado ao ar, pelo canal 36.

Tenho a impressão que esse canal vai emplacar. Acho que em pouco tempo irá desbancar grandes sucessos de audiência na TV a cabo, como a Multishow e a Sportv.

A programação do Viva é formada por programas antigos e atuais de grande sucesso na Rede Globo.

Na verdade, o público alvo do canal é formado por mulheres da classe C. É o primeiro canal voltado à esse público.

Na Terça-Feira, por exemplo, assisti Mulher, uma minissérie levada ao ar na década de 90 pela Rede Gloo e também ao primeiro episódio de Sai de Baixo, humorístico de 1995. Espetacular!!!! Incrível o Tom Cavalcanti interpretando o porteiro Ribamar. Que saudade daquilo e que nojo do Sai de Baixo!!!

Só acho uma pena, a Globosat não colocar um conteúdo masculino maior. Por que não disponibilizar por exemplo, a grande final da Copa de 1994 ou a final do volei masculino nas Olimpíadas de 1992, em Barcelona? Ou o Rock in Rio de 1991.

Será que com o tempo, entrará programação masculina no Viva?

Ou será que teremos, em breve, o Canal Vivo, voltado para nós, homens?

Boa sexta-feira a todos. 

 

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A partir de ontem, dia 17, está acontecendo na UniSant´Anna, a I Semana Cultural.

O evento, organizado pelos alunos do 3º semestre do curso de Relações Públicas da instituição sob a coordenação do Prof. Daniel Zimmermann, é destinado para todos os alunos do curso de Comunicação Social da UniSant´Anna.

Ontem, no primeiro dia do evento, houve uma palestra sobre games, proferida pelo Dr. Leandro Key. Achei muito bacana e a galera lotou o auditório principal do Bloco I. 

Na segunda parte do evento, desafiei os Professores Lelo, Hugo e André para uma partidinha de Banco Imobiliário, na sala de JOGOS DE TABULEIROS.

Deu a lógica: Perdi!!! Mas fui ousado.

Para quem quiser saber mais do evento, segue o banner do evento e a programação logo abaixo. 

 

17 de Maio Jogos – Interação: Games e sua  influência 1º Palestrante: Leandro Key (Pedagogo e especialista de mídias lúdicas) Horário: 20h00 às 20h40Tema: "Tecno-pedagogia os aspectos lúdicos e pedagógicos da comunicação digital"

Intervalo:
20 minutos

2º Palestrante: Luis Claudio de Oliveira (Pedagogo e especialista Games)
Horário: 21h10 às 21h50Tema: “Games, Interação Social, Diversão e Mercado” 3º Palestrante: Rodrigo Castanho (Design gráfico e dono de agência publicitária)Horário: 21h50 às 22h10Tema: Visão de uma agência publicitária, sobre a utilização de games. 18 de Maio Jogos – Inclusão Social  1º Palestrante: Márcia Honora (Professora Universitária) Horário: 19h30 às 21h00Tema: Explanação sobre as dificuldades encontradas por portadores de necessidades especiais e como a prática de esportes pode auxiliar as classes menos favorecidas. Intervalo: 20 minutos
2º Palestrante: Joyce (ONG Preta Pretinha)
Horário: 21h10 às 22h00Tema: Inclusão Social e Étnica

 

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Excelente campanha nas ruas de Istambul, na Turquia, produzida pela TBWA para a Associação Mor Cati.

Trata-se de uma campanha contra a violência doméstica com as mulheres daquele país.

Embora eu não saiba o idioma turco, acho que fica fácil de entender.

Bom Sábado a todos.

 

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Quem receber ou comprar o Jornal Folha de S. Paulo a partir do próximo dia 23 de Maio, notará que o jornal está de "cara nova".

Tradicionalmente, o jornal, que tem a maior circulação do país, promove mudanças em sua "cara" de quatro em quatro anos.

Desta vez, as mudanças serão ainda maiores e deverão chamar ainda mais a atenção dos leitores.

Menor quantidade e maior seleção nas fotos publicadas estão no projeto.

A publicação da Folha de S. Paulo repaginada está sendo feita ao mercado de agências de publicidade.

Só para adiantar, o jornal irá procurar trazer textos mais reduzidos que o de costume, se adequando assim, a vida corrida e agitada dos leitores.

Haverá também mudança no layout e nos nomes dos cadernos. Como exemplos, podemos citar o Caderno BRASIL que passará a se chamar PODER e o Caderno DINHEIRO que passará a se chamar MERCADO.

Um "cartunista" de 14 anos, dividirá espaço com grandes nomes como Laerte, por exemplo, a página 2 do jornal.

Na minha opinião, a maior mudança está no caderno de esportes. Cientes de que a porta de entrada do jornal no público jovem é o caderno de esportes, a Folha decidiu colocar o caderno, que sai diariamente, em formato tablóide, facilitando assim, a portabilidade e a leitura do caderno pelos jovens.

Acho bacana isso. Quantos não são os jovens que quando vêem o jornal, vão logo buscar o caderno de esportes, descartando todo o restante?

Muitas outras mudanças como uma nova revista dominical e um excelente time de novos colunistas completam o mix de reformulação do jornal.

É esperar pra ver.

Abraços.

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No último post, contei para vocês como estava sendo a minha semana "diferente", utilizando o metrô como meio de transporte.

Olha gente: estou muito mais calmo por não ter que aguentar o trânsito paulistano. Não me estresso mais e nem tenho que xingar mais ninguém.

Mas como eu havia prometido, hoje vou contar um pouco da minha percepção sobre o uso da publicidade no metrô paulistano.

É fato, que de 2007 para cá, desde que a Lei Cidade Limpa foi implantada em São Paulo, muitos anunciantes migraram parte das suas verbas de mídia para outros meios de comunicação. Na minha maneira de ver, o meio de comunicação que mais se beneficiou com tudo isso, foi a mídia indoor, ou o OOH, se preferirem.

Com isso, o Metrô Mídia passou a ser veículo (de comunicação) certo em muitos planos de mídia.

Formatos novos foram criados para atender a demanda de anunciantes que buscavam e ainda buscam a mídia. Além das já tradicionais sancas, painéis de estação e escada, outros formatos surgiram, como as catracas, painéis de trilhos e a tão conhecida e admirada TV Minuto.

Vamos falar da TV Minuto. São 5.232 monitores instalados nos 109 trens das três linhas do Metrô, atualmente em funcionamento.

Um sucesso comercial, sem dúvida, uma vez que anunciar alí, é certeza de cobertura.

Só para se ter uma idéia (caso você não seja de São Paulo e não saiba), o metrô de São Paulo transporta diariamente 3 milhões de pessoas e cada uma dessas pessoas fica diariamante, em média, 40 minutos dentro do Metrô.

Bom, sendo assim, resolvi analisar anúncios nos mais variados formatos do Metrô, mas especialmente na TV Minuto.

Como percorri a Linha Verde (que vai da Vila Madalena à Sacomã) antes da Azul, notei que os painéis de trilhos e sancas internas dos vagões trazem anúncios voltados para os jovens. São anúncios de Universidades, Empréstimos Bancários e Cursos de Inglês. Só na Vila Madalena, por exemplo, três Universidades disputam a atenção dos usuários na mesma plataforma do Metrô. Sõ elas: São Judas, FECAP e Anhanguera. Será que é bacana isso para o anunciante? Eu não acho.

Já dentro do trem, prestei atenção nos anúncios da TV Minuto. Como vocês sabem, as inserções ali veiculadas não dispõem de som, logo, possuem uma legenda, com  aquilo que seria o áudio do comercial. Bacana, aceitável, no mundo inteiro é assim. A ideia é fazer com que o cara no metrô compreenda o anúncio, ainda que esse não possua som.

Muitos anunciantes, utilizam para veiculação na TV Minuto, as mesmas peças produzidas para TV. Normal também. Para que produzir anúncios específicos para um veículo de comunicação?

Acontece, que reparei em algo bastante tosco.

Tá bem, sei que sou chato e não poderia terminar o post sem reclamar de alguma coisa. Mas quem utiliza o metrô diariamente, pode observar o que eu vou escrever aqui e depois me contar se estou certo ou errado.

Em um anúncio de 30 segundos, da Prefeitura de São Paulo (novidade!), em que falava sobre a prevenção à Dengue, tinha algo bastante terrível e que jamais deveria ter sido aprovado e veiculado. Como eu já disse que acontece, resolveram utilizar um vídeo que provavelmente era de tv aberta.

O vídeo já possuia por si só, informações escritas em tela (o que chamamos de GC) e aliado com a leganda (necessária por falta do áudio) criou uma confusão para aqueles que observavam o anúncio. Isso mesmo: dois textos diferentes em tela no mesmo momento. Era tanta coisa escrita que o cidadão não sabia o que ler. Ler a legenda do anúncio ou o GC da peça?

Tentei encontrar a peça na Internet, mas não achei.

Como pode uma coisa dessas? Que falta de bom senso!!!!

Boa semana a todos. 

 

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Já li essa frase em alguns livros de publicidade. No mínimo, deve ser verdade. 

Sendo assim, nesta última semana, utlizei quase que diarimente o Metrô, como meio de transporte.

Mais do que a média dos usuários do metrô, tive a oportunidade (oportunidade?) de utilizar três vezes por dia, a chamada "minhoca de ferro", como diria o Mano Brown.

Como muitos de vocês sabem, o metrô em São Paulo ainda é o meio de transporte mais seguro e mais rápido que temos na cidade. Caro também.

O problema é que muita gente chegou a mesma conclusão que eu e agora, ele transborda de gente. Fico imaginando quando as novas estações forem inauguradas, levando o metrô para regiões ainda mais carentes e populosas da cidade de São Paulo. Meu Deus!!!! Vai bombar de tanta gente.

Mas voltando a minha semana "diferente" e longe das buzinas do trânsito de São Paulo, resolvi levar jornais e revistas para ler no Metrô. Esquece!!!! Agradeça a Deus se conseguir segurar sua pasta e a barra ao mesmo tempo. Sentar???? Se conseguir, coloque uma faixa em frente sua casa, escrita: AGRADEÇO A GRAÇA ALCANÇADA.

Como não tive tempo para minha leitura, decidi então a analisar o comportamento das pessoas, de um modo geral.

Já disse aqui, que todo publicitário e em especial, o profissional de midia, tem por obrigação, analisar diariamente e em qualquer lugar que se encontre, o comportamento das pessoas.

E mais: eu gosto de fazer isso.

Pude encontrar de tudo. As mais diferentes "tribos" juntas em um mesmo local. Me fez lembrar Londres, mais eespecificamente na Central Line, onde em um mesmo vagão de trem, cheguei a ver punks, negros, asiáticos, freiras e homossexuais.

O mais relevante de toda a minha análise é quanto à educação destas pessoas. Ou a falta dela, como preferirem.

Respeito aos mais velhos não existe e os jovens que ocupam os assentos reservados, fingem dormir quando idosos entram no trem.

O brasileiro ainda é muito mal educado. Sei que isso vem de berço e não é a escol que vai formar o cidadão ensse sentido, mas precisamos de uma força-tarefa nesse sentido.

Nos próximos anos, teremos dois eventos importantes no país: Copa do Mundo e Olimpíadas. Sinto dizer, mas nosso povo não tem preparo nenhum para receber atletas e turistas de todo o mundo.

Nós, como publicitários, temos um papel fundamental nessa "força-tarefa". Pensem nisso!!!

Mas voltando ao Metrô, se vê de tudo e se ouve de tudo. A maioria conversa sobre o trabalho. São intrigas, chefes malditos, prazos incompatíveis com o volume de serviço ou sobre um xaveco que deu ou tomou daquele rapaz ou senhor do escritório.

Também notei muita gente reclamando de professores da escola ou da faculdade. Pow, professores de faculdade são tão bacanas!!!

A idéia não é escrever um livro contando minhas análises comportamentais, mas ainda assim, decidi compartilhar isso com vocês. E olha que beleza: vocês nem precisaram se passar por sardinha, como eu!

Mas, vocês devem estar se perguntando: E a publicidade nisso tudo? Será que ele não prestou atenção na publicidade, hoje tão presente no Metrô paulistano?

Respondo: A publicidade também foi alvo da minha análise. Mas, como o post já está grande e hoje é Sábado, vocês devem ter um monte de coisas a fazer, deixo para um próximo post.

Amanhã, talvez. Ok?

Um excelente sábado a todos e não se esqueçam, Domingão é Dia das Mães.

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Olá galera.

Hoje, em minha leitura matinal, me deparei com uma lista bastante curiosa, elaborada pelo site Baixaki.

Trata-se de uma lista com 13 motivos para que os internautas abandonem a rede social mais frequentada no país: o Orkut.

Posso dizer que dos motivos listados, concordo com a maioria. Tanto é verdade, que tenho utilizado muito pouco o Orkut nos últimos meses.

Ficaram curiosos?

Segue a lista com os motivos.

1) Demora nas atualizações
O Orkut demorou cinco anos para lançar uma nova versão. E apesar de as mudanças gráficas nas páginas de usuários serem muito ferozes, páginas de comunidades continuaram iguais, ganhando apenas algumas curvas. Isso muito após o lançamento do “Novo Orkut”, provando a demora citada acima.

2) Apps com baixa qualidade

Felizmente há exceções, mas grande parte dos aplicativos criados para o Orkut, ou pelo menos dos principais, são feitos com base em aplicativos de sucesso em outras redes sociais, como o Facebook. Além da falta de aplicativos originais, muitos dos que são criados para o Orkut acabam possuindo pouca qualidade gráfica ou bugs, por serem feitos às pressas.

3) Aplicações aparecendo nas atualizações de usuários

As atualizações de amigos são muito interessantes, pois se pode considerar que o mecanismo simula de certa forma alguns serviços de microblogs. O problema é que às vezes essas atualizações deixam de dizer respeito às fotos e mudanças nos perfis, para se limitarem a mensagens como “Seu amigo está jogando Colheita Feliz”.

4) Comunidades tornaram-se rótulos de identificação

No início, os usuários se reuniam para discutir os principais assuntos relacionados ao tema proposto pela comunidade. Com o passar do tempo foram sendo criadas muitas comunidades iguais e também muitas que passaram a se tornar rótulos.

Ao invés de participar ativamente de cinco ou seis comunidades, todos começaram a ingressar em centenas delas, esperando que assim, outros usuários entendessem melhor o perfil colocado na web, dispensando uma resposta conveniente à cruel pergunta: “quem sou eu?”.

5) Muitos perfis falsos

Os perfis “fake” já foram um incômodo maior, mas muitos foram excluídos depois de uma limpa feita pela equipe da Google. É verdade que hoje as respostas às denúncias são muito mais rápidas, mas isso não impede a proliferação dos perfis falsos, ainda mais com a eliminação da obrigatoriedade de convite para o ingresso na rede.

6) Muita privacidade

É preciso admitir, todos que estão no Orkut já o utilizaram para “fuçar” a vida de outros usuários. Com o excesso de opções de segurança e privacidade (o que não é ruim para todos), esses momentos de “espionagem” tornaram-se impossíveis.


7) Orkut Promova

Criar promoções sobre festas, atos públicos ou outras ações é ótimo. Só que o Promova foi atingido pelo vírus do mau uso e tornou-se uma chateação para os usuários, pois começou a ser usado para difundir mensagens ofensivas, satíricas ou simplesmente para frases sem sentido.

8) Público limitado

Ao contrário do que acontece em outras redes sociais, como o Twitter, o público do Orkut é muito limitado ao Brasil. Isso se deve ao fato de a rede ser dominada pelos brasileiros, mas também porque a Google só mostra resultados que possuam compatibilidade com o perfil acessado.

Por que isso é chato? Simples, impede os usuários de contatarem usuários de outros países e agregar outros elementos às culturas pessoais, o que é muito mais fácil em serviços como o Facebook, que possui um público muito mais heterogêneo.

9) Problemas para enviar recados com links

Depois de um tempo em que todo e qualquer link era aceito pelas páginas de recados, o que gerava a proliferação de muitos vírus disfarçados em “fotos da festa de ontem”, agora é quase impossível mandar um recado com link sem passar pelo “pente fino” do Orkut.

Devido à grande demanda por segurança, mesmo vídeos do YouTube passam por verificações de remetente, ou seja, é difícil passarem direto sem que seja necessária a digitação do texto de confirmação. Mesmo assim, em alguns momentos os recados vão para a pasta de spam.

10) Não é mais para reencontrar amigos reais

Se lá no começo o Orkut era muito divertido para que os usuários encontrassem velhos colegas de escola ou de faculdade, o mesmo já não pode ser dito. Depois de passar por um período em que uns adicionavam outros usuários apenas para aumentar o número de amigos, a rede social acaba substituindo relacionamentos reais.

11) Depoimentos já foram mais legais

“Diga ao mundo o que você pensa sobre seu amigo”, essa era a proposta dos “Testimonials” lá nos primórdios da rede social. Os depoimentos trocados eram bastante sentimentais e sinceros, dando realmente um significado à utilização deles.

Como quase tudo o que era pra ser dito, já foi dito, a grande maioria dos perfis começaram a ser bombardeados por depoimentos rasos, disputas pelo “topo na lista”(espaço)dos depoimentos e tantos outros que fogem dos ideais do Orkut. Isso sem falar que muitos utilizam os depoimentos para enviar “recados secretos”.Outro exemplo muito bom

12) Usuários inconsequentes

“Hey gata, me add!” é uma frase recorrente na rede social, mas isso não é o pior. Há muitos usuários inconsequentes no Orkut, que não estão interessados em leis morais e colocam fotos chocantes, frases ofensivas e tantas outras coisas que tanto incomodam os outros.

13) Marcar amigos em fotos

Tudo bem, marcar os amigos nas fotos pode ser bem útil, ainda mais porque os marcados têm acesso direto às fotos por meio da página de perfil. O problema é que uma nova modalidade de imagens surgiu com isso.

Difícil encontrar quem nunca tenha sido marcado em fotos do tipo “todo mundo tem um amigo”. Como vários usuários aderiram ao modelo, muitos se viram obrigados a desabilitarem a marcação para que pudessem parar de ser marcados em desenhos junto com outros muitos usuários.

E aí, concordam?

Tenham todos um ótimo final de semana.

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