Na última Quarta-Feira, o Ibope divulgou o ranking das 50 maiores agências de publicidade.

Vale lembrar, que o Ibope Monitor, considera os valores totais de compras de mídia, ou seja, sem levar em consideração os descontos, que em 100% das vezes, são negociados entre as partes envolvidas.

Ainda assim, vale conferir. Os valores estão em R$.

Y&R - 4.858.293.000
AlmapBBDO - 1.825.045.000
JWT - 1.548.164.000
Ogilvy - 1.534.553.000
BorghiErh/Lowe - 1.485.514.000
DM9DDB - 1.411.809.000
NeogamaBBH - 1.358.952.000
Africa - 1.296.446.000
Fischer+Fala - 1.151.157.000
10ª Giovanni+DraftFCB - 1.115.957.000
11ª McCann Erickson - 1.089.211.000
12ª F/Nazca S&S 1.086.242.000
13ª Z+ - 1.047.498.000
14ª Euro RSCG - 996.173.000
15ª Leo Burnett - 990.020.000
16ª Talent - 871.364.000
17ª PPR (NBS e Quê) - 841.408.000
18ª Lew'Lara\TBWA - 769.131.000
19ª 141 Soho Square - 736.848.000
20ª My Propaganda - 679.515.000
21ª Publicis - 675.232.000
22ª DPZ - 668.732.000
23ª Propeg - 628.643.000
24ª Artplan - 594.865.000
25ª Multi Solution - 508.824.000
26ª Loducca - 461.849.000
27ª PA Publicidade - 439.381.000
28ª MPM - 412.305.000
29ª Age - 408.805.000
30ª Salles Chemistri - 394.593.000
31ª Moma - 393.982.000
32ª Nova S/B - 385.899.000
33ª Taterka - 356.765.000
34ª Eugenio - 338.377.000
35ª Agnelo Pacheco - 318.032.000
36ª Lua Branca - 315.888.000
37ª Master - 312.613.000
38ª PRO Brasil - 311.328.000
39ª Fullpack - 299.591.000
40ª QG - 281.157.000
41ª MatosGrey - 251.518.000
42ª P&M - 244.975.000
43ª W/ - 237.661.000
44ª GP7 - 235.346.000
45ª LongPlay - 360 226.691.000
46ª Dentsu - 204.207.000
47ª Matisse - 196.202.000
48ª United Publicidade - 183.216.000
49ª Patria - 171.215.000
50ª Escala - 158.579.000

 

 

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Nesta semana, será veiculado o novo filme da Antarctica, sob o tema "Carnaval de Rua".

Na minha opinião, ficou meio "clichezão", mas acaba valendo a pena, por conta da presença de Sérgio Loroza, com sua veia cômica.

A agência responsável é a Almap.

Confira:

 

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Galera, boa noite.

Acabei de ler um texto fantástico do Neto, que atualmente é vice presidente da Bullet.

No texto, que reproduzo aqui, nas linhas abaixo, ele manda um recado àqueles que fazem todos os dias para si mesmos, para seus professores e amigos, a pergunta: "Eu tenho alguma chance de conseguir um emprego numa agência"?

Leiam atentamente o texto abaixo:

 

Depois de responder mais de mil e quinhentas perguntas no formspring, percebi que existe uma questão recorrente feita por aqueles que estão começando a carreira ou saindo da faculdade. Uma questão que poderia ser resumida assim:

“Eu tenho alguma chance de conseguir um emprego numa agência?”.

Pensando bem, não é uma questão nova. Lembro que quando era assistente de diretor de arte, na época do paleolítico dessa profissão, convivia com essa dúvida. Será que um dia vão me dar uma chance? Será que tenho algum talento? O que será que eu preciso para virar um diretor de arte de verdade?

Cheguei a perguntar para o diretor de arte de quem eu era assistente: “Vem cá…alguma vez disseram que você não tinha talento para essa profissão?”

Ele lambeu o pincel [não, não existia computador naquela época] e respondeu: “Sim“.

A resposta me deu um certo alívio, afinal, ninguém nunca havia dito que eu não tinha talento…é certo que também não haviam dito que eu tinha, então arrisquei minha sorte: “e você acha que eu tenho talento para…”

“Não! E me deixa trabalhar, porra“.

Ou seja, se você está aí, inseguro, saindo da faculdade, entrando na faculdade, arrumando seu primeiro emprego ou desempregado atrás do primeiro emprego numa agência, não tema. A angústia do “será-que-eu-nasci-pra-isso?” todo mundo tem.

Então prepare-se, porque vou tentar responder justamente o seu caso.

Funciona assim: a não ser que você seja o próximo profissional genial, o Marcello Serpa da sua geração, vai ser muito difícil você saber se nasceu para essa profissão até que você adquira alguma experiência. Alias, se você acha que é o próximo gênio da publicidade brasileira, pare de ler este texto imediatamente por dois motivos:

Se você é mesmo um gênio, não tenho o que dizer a você.
Se você não é, então você não passa de mais um arrogante que acha que é, aí este texto não vai sensibilizá-lo.

Muito bem, já que você continuou, assumo que você tem alguma humildade, mas é inseguro de seu talento, como 99% dos profissionais iniciantes. E o que preocupa você é como adquirir a tal experiência se ninguém contrata você.

A resposta para esta pergunta não é muito animadora. Se você é quem eu estou pensando, tenho uma triste notícia para lhe dar: você é um commodity, um jovem padrão. Igual a você tem um porrilhão de estudantes saídos de cursos técnicos, faculdades, Miami Ad School…até Panamericana. Tem uns até que conseguiram fazer estágio em Nova Iorque, em agências da moda.

A esta altura você vai dizer “puta cara baixo astral”.

Mas espere, não desista. Já que você leu até aqui, continue mais um pouco.

Pense comigo: quanto antes você se der conta que você não tem muito a oferecer, quanto antes você se ligar que sua formação é mediana e que você tem um conjunto de talentos semelhante à maioria dos outros caras com quem disputa vagas, melhor.

Porque agora você só precisa descobrir alguns diferenciais para se destacar na multidão.

Se você perguntar quais são estes diferenciais para 10 profissionais, vai receber 10 respostas diferentes. O que eu posso dizer é a atitude que faz com que eu considere a contratação de um profissional inexperiente para a Bullet.

Então vamos lá:

Dedique-se. Não, você não vai sair na sexta-feira a tarde para chegar em Maresias sem trânsito. Ferrou velhinho. Você tem que mostrar que está na agência na hora certa e que sai da agência na hora que for. Você tem que deixar claro que a agência pode não ser a coisa mais importante da sua vida, mas que você está pronto para se dedicar à sua nova profissão. E isso não pode ficar só no discurso.

Tenha bom senso. Estou seguro que uma infinidade de ideias revolucionárias vem da cabeça de gente nova na profissão, como você. Gente sem vícios, com agressividade diante de velhos problemas. Mas por favor, pense antes de falar. Pense de novo. Não fique calado quando tiver certeza do que vai dizer. Mas evite falar tudo que vem a cabeça, porque que você vai ficar surpreso como algumas de suas ideias geniais já foram executadas alguns anos atrás. Alias, esse desafio [e odeio esta palavra] é uma das coisas que tornam essa profissão tão legal.

Informe-se. Não me refiro ao velho chavão de “conheça o que está acontecendo no mundo”. Conhecer o que acontece no mundo é importante, mas aqui, me refiro a conhecer sua profissão. Quem são os grandes talentos de hoje e do passado. Quais são as campanhas que você precisa conhecer. Está tudo aí nos anuários. Descubra um profissional que você paga pau. Tente entender como ele pensa ou pensava através de suas campanhas.

Perca a timidez. Mais de uma vez, nas velhas reuniões de brainstorm da JWT, onde a criação estava toda reunida em volta de um problema, deixei de sugerir algo, para ouvir a mesma ideia um segundo depois, na boca de outro profissional. Lembro da raiva que sentia. Da sensação de “por que eu não falei, droga?!”. Mal sabia que se eu tivesse falado, talvez todos teriam me ignorado, “afinal moleque, quem é você pra ter ideias? Tenha bom senso, porra!” Mas eu garanto que você vai se sentir mais confiante e a equipe vai respeitá-lo se você participar com ideias e não for apático. Trabalhe com a cabeça, mesmo quando pedirem que você trabalhe apenas com os braços.

Com isso você tem uma boa chance de ser contratado [na Bullet pelo menos]. Fica só faltando uma coisa: uma oportunidade. Uma vaga. Que as vezes não aparece nem para profissionais muito experientes.

Afinal, estar no lugar certo, na hora certa, muitas vezes é uma questão de sorte. E se você não tem sorte é bom que você saiba que nenhuma agência precisa de um profissional azarado.

Neto é vice-presidente de criação da Bullet.

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Ocorre em todas as profissões, mas parece que em Comunicação, a coisa é mais séria. 

No final do ano passado, em mais um dia parado nas ruas de São Paulo, escutava atentamente as informações do trânsito passadas pelo jornalista Muybo Cesar Curi, do Programa Jornal em Três Tempos, da Rádio Bandeirantes.

Sempre fui muito fã do Muybo, (que faleceu no mês passado, aos 80 anos de idade) pois, além de jornalista era criador de pássaros e excelente compositor.

Porém, notícias do trânsito de São Paulo definitivamente, não eram para ele. Quem o encarregou dessa tarefa? Ele, com um grande potencial, parecia estar sendo mal aproveitado dentro da emissora. 

Ao meu ver, aquela tarefa deveria ser entregue a uma pessoa mais dinâmica, com uma dicção melhor e possuir um texto mais enxuto e rápido. Resumindo: um jovem repórter.

Esse foi só um exemplo, mas acontece em todas as profissões. Querem ver na propaganda?

É "chover no molhado" dizer que o mercado da propaganda mudou bastante nas últimas décadas. Grande parte, só na última década. Mudanças ainda maiores ocorrerão nos próximos cinco anos.

Hoje, as agências de publicidade de todo o mundo, estão atrás de profissionais dinâmicos, pois se adaptem mais facilmente a qualquer situação.

Tanto é, que nomes consagrados nas décadas de 80 e 90, começam a perder espaço dentro das agências.  Não é por mal ou por falta de capacidade. É tendência mesmo!!!

As soluções que esses dinossauros tinham para os clientes, já não são soluções tão assertivas para os problemas dos clientes nos dias de hoje.

Os clientes hoje, querem estar nas redes sociais, trocando informações relevantes com os internautas, ou seja, pura interação com o consumidor. Como um dinossauro vai ajudar nisso?

Qual a impressão que causará ao cliente, quando ele souber que o cara que cuida da marca dele na internet, é um cabeça branca?

Conhece algum cabeça branca que entenda muito de SEM e SEO? Eu não, mas conheço garotos de 17, 18 que entendem muito. Percebem?

Como disse, as agências já começaram essa reengenharia em seus departamentos, em especial ao de mídia.

Exemplo dessas mudanças, é o Tomás Penido, Diretor Geral de Mídia do Grupo TV1. Um cara na faixa dos 30 anos, com idéias inovadoras e que surgiu para dar um novo gás ao departamento de mídia do grupo. Sangue novo, nova inspiração. Conversei com ele na semana passada e ele me dizia que em sua equipe, a maioria é jovem e são todos apaixonados por mídia, ou seja, pelo trabalho. Ele foi um exemplo, mas podemos citar aqui o Gaion, a Lica Bueno, o Luis Fernando Vieira, entre outros.

Mas ainda existem dinossauros que não perceberam que passam a atrapalhar, ao invés de ajudar. É louvável e reconhecida a capacidade técnica dos dinossauros, mas de nada adianta, se essa capacidade não atender mais as exigências da agência e os objetivos do cliente.

Os dinossauros percebem essas mudanças e para não darem o braço a torcer, prefere dizer que "o mercado já não é como antigamente".

Ou seja: "tá ruim, mas tá bom", porque se não tivesse bom, largava o osso, certo?

Esses caras deveriam ficar em casa, descansando e aproveitando a família.

Sai daí, dinossauro!!!

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Não...esse não é um blog da Coca-Cola, mas é incrível a fórumla: criatividade + emoção nas peças para a Coca-Cola.

Criado pela agência Wieden+Kennedy, o filme mostra um garoto que cai no sono enquanto estudava para a prova de História.

Excelente idéia e produção.

Confira:

 

 

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Todos nós temos acompanhado com muita tristeza a tragédia que ocorreu na semana passada, no Haiti.  

Em toda a minha vida, nunca tinha visto cenas tão fortes na tv.

Como exempo, cito aqui o telejornal global Bom Dia Brasil da última Sexta-Feira. Cheguei a chorar com as matérias, ao ver tanta tragédia naquele país em que o povo já tem uma vida sofrida.

E põe sofrida nisso! As pessoas brigando por comida e água. Como isso pode ocorrer em pleno século XXI?

Hoje, o Blog do Crespo comenta pela primeira vez sobre o ocorrido. Porém, não iremos falar da tragédia propriamente dita e sim da atuação dos veículos de comunicação que cobrem o triste episódio.

Tudo bem que a foto é bastante forte e "infelizmente digna" de uma capa de revista, mas precisavam utilizar a mesma foto? Com tantas câmeras no Haiti, tenho certeza que existem outras milhares de fotos tão fortes quanto esta aí que a Revista Veja e a Revista Época estamparam em suas últimas edições.

Feliz o fotógrafo que lucrou duas vezes e pode colocar no seu currículo que "fez", na mesma semana, as duas capas mais importantes do país.

Boa semana a todos.

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Ação genial da Coca-Cola no pátio de uma Universidade.

Idéia bacana, custo zero e o vídeo está rodando o mundo atravpes do Youtube.

Quem quer aprender marketing viral com a Coca-Cola?

Então, vejam o vídeo:

 

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Pouco depois da estréia da 10° edição do Big Brother Brasil, o diretor Boninho já estava dando explicações para os erros grotescos que ocorreram logo no primeiro dia de programa.

Ocorre que em determinado momento do programa, deveria entrar uma vinheta com imagens dos participantes desta nova edição. Até aí normal. Porém, alguém da produção colocou a vinheta errada e então foi ao ar "ao vivo", a vinheta da edição passada do reality show. Terrível!!!

"Foi um erro louco" disse Boninho, em seu Twitter, ainda na noite de ontem. E completou: "Um maluco guardou no HD, a vinheta antiga. Como roda paralelo uma de backup, trocamos ao vivo".

Eu assisti parte do programa de ontem e tive a infeliz oportunidade de ver tal BBBurrada que foi ao ar.

Logo que apareceu a vinheta antiga, minha namorada percebeu o erro e comentou comigo. Eu confesso que achei que não se tratava de um erro e disse que aquilo seria normal, uma vez que estava sendo anunciado no próprio programa, a participação de brothers de ediçoes anteriores.

Não viu? O Blog do Crespo mostra pra você!

Isso sem contar as gaguejadas de Pedro Bial, as imagens que não entravam para os particpantes na Prova do Líder, no lado externo da casa e as pérolas lançadas pelos novos moradores da casa do BBB. Teve um que tentou dar uma aula de direito para mais de 170 milhões de brasileiros. Com certeza, os batimentos cardíacos de Ives Gandra, foram nas alturas, neste momento. Coitado!!!

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Tudo bem que trata-se de um vídeo para ser exibido no Sul do país.

Também levarei aqui em consideração, que é uma campanha que tem o humor como estilo principal.

Mas, pensem comigo: e se um dia qualquer, o anunciante resolver expandir seus mercados e tentar trazer seu produto para São Paulo?

Sendo assim, não seria um grande erro de marketing, aprovar uma criação dessas?

 

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