Sabemos que dentre as inúmeras possibilidades da falta de ética na atividade publicitária, está a falta de veracidade nas informações transimitidas ao consumidor.

E cabe ao CONAR analisar e julgar as peças que tenham qualquer conteúdo inadequado.

Na última sexta-feira, estava eu ouvindo a Rádio Bandeirantes, mais precisamente um jogo da Série B do Campeonato Brasileiro. (Nossa!!! terrível, eu sei. Quer saber o jogo? Ta bom, eu digo: Portuguesa x Duque de Caxias)

Em um dos espaços reservados para as chamadas dos patrocinadores, o locutor esportivo, disse mais ou menos assim:

"LÂMPADAS FLC. NESTE ÚLTIMO APAGÃO, QUEM TINHA LÂMPADAS FLC FICOU SOSSEGADO. NÃO SE ESQUEÇA: VAI COMPRAR LÂMPADAS, TEM QUE SER FLC"

Escutei aquilo e fiquei por algum tempo tentando entender o que havia sido dito pelo locutor.

Quer dizer, que quem tem lâmpada FLC em casa não sofreu apagão? Ué, lógico que não!!!!

Então seria uma publicidade enganosa???

Pô, logo do anunciante que tem como garoto propaganda o ator global Lima Duarte, sinônimo de credibilidade.

Penso eu, que o texto estava escrito e não foi dito por impulso pelo locutor.

Achei terrível, fraco e mentiroso este texto.

A minha conclusão é bem simples: De três possibilidades, somente uma:

- Ou só vende lâmpadas FLC em estados que não foram atingidos pelo apagão; (estaria veiculando a peça na praça errada)

- Ou as lâmpadas possuem baterias (não me parece lógico)

- Ou a publicidade foi enganosa (acredito mais nessa)

Em qual delas você acredita? 

Boa semana a todos.

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O conceituado site Portal Imprensa, publicou no dia de hoje em sua ágina principal, matéria sobre a Semana Sant´A de Comunicação, Design e Artes, que ocorrerá a partir do dia 23, na UniSant´Anna.

Vejam a matéria:

UniSant´Anna realiza evento em prol do aperfeiçoamento profissional de seus alunos

Redação Portal IMPRENSA

A Semana Sant´A de Comunicação, Design e Artes, que acontecerá entre os dias 23 à 27 de novembro no Centro Universitário Sant´Anna, tem como objetivo desenvolver o senso crítico dos participantes e promover a reflexão e debate sobre o tema "Criatividade sem Limites".

O evento sócio-educativo é promovido pelos alunos do quarto semestre de Relações Públicas e assistido pelo Prof. MS Daniel Dubosselard Zimmermann e destinado aos alunos dos cursos de Design, Jornalismo, Música, Publicidade e Propaganda, Rádio e TV, e Relações Públicas da Uni Sant´Anna.

A programação contará com palestras ministradas por profissionais que são referências no assunto como Elaine Lina de Oliveira, Marcio di Paula, Júlio Frankfurt, Valéria Castro, Flávio Calazans, Viviane Mansi, entre outros que se disponibilizaram para passar seus conhecimentos, debater temas e elucidar dúvidas.

Durante os dias de evento, serão debatidos temas como: "A vida que ninguém vê no Jornalismo", "A história do Rádio", "Propaganda Subliminar", "Pesquisa de Mídia", "Jornalismo Diário", "Social Media e Links Patrocinados","Mensuração de Resultados", além de exibições e debates de filmes, palestras , também acontecerão em salas temáticas "Sarau Musical", exposição de fotos, apresentação de trabalho de alunos e o evento será encerrado com "chave de ouro" com uma grande festa.

A Semana Sant´A de Comunicação Artes e Design é um evento tradicional e a idéia de elaborar um evento desse porte surgiu por ser  forma de unir as particularidades das habilitações de comunicação, desing e artes, além de valorizar e incentivar a produção de trabalhos acadêmicos permitindo o desenvolvimento de ações interdisciplinares.

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Trago aqui hoje para vocês, uma contribuição do Jonatas Calábria, visitante fiel do Blog do Crespo.

Ele me enviou algumas fotos de abrigos de ônibus temáticos em todo o mundo.

Separei duas dessas fotos e posto aqui para vocês.

A primeira foto mostra a confiança que a 3M tem em seus vidros blindados. Colocaram um dinheirão lá. Não sei em que país foi isso, mas se fosse no Brasil...bom, deixa pra lá!!!

 

A segunda foto vem da Alemanha e trata-se de uma publicidade para divulgar o filme do Simpsons. Bem bacana!!!

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Trata-se do vídeo comemorativo dos 10 anos do produto Viagra.

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Isso já havia acontecido em 1999.

Dez anos depois, a história se repete. 

Pensei: "Não é possível uma coisa dessas"!

Toda a Região Sudeste e parte da Centro-Oeste do país foram afetadas pelo apagão.

Eu estava trabalhando e os problemas já foram sentidos ainda no estacionamento, onde todos queriam sair juntos e a confusão foi mais do que certa.

Depois de vencida a primeira batalha, na tenttiva de voltar para casa, às escuras, tive que enfrentar o já terrível trânsito de São Paulo, desta vez, obviamente, sem nenhum semáforo funcionando. Era a lei do mais malandro. Quem era mais ousado levava vantagem nos semáforos desligados e nos demais cruzamentos.

No trânsito nervoso da cidade, além das buzinas e gritos dos mais exaltados, ecoavam dos carros, os sons das rádios que procuravam da melhor forma prestar serviço aos seus ouvintes.

Por mais de quatro horas, as pessoas, acostumadas a lidar com internet e televisão só tinham o rádio como fonte de informação.

Queria saber que rua ou avenida em São Paulo estava com melhor trânsito? A rádio te respondia.

Queria saber se sua avó lá no litoral também estava sem energia? A rádio te respondia.

Queria saber o que havia acontecido? A rádio tentava te responder, porque as autoridades demoravam para se pronunciar.  

Queria avisar sua família que você estava dentro de um ônibus preso no congestionamento? A rádio te ajudava.

Enquanto fiquei no carro, ouvia as informações da Rádio Bandeirantes e ao chegar em casa, me rendi às informações da Rádio CBN, que era sintonizada através de um celular pré-pago que sempre ficou jogado em alguma parte da estante da sala.

Pois é, foi a vez do radinho de pilha. Quem diria, hein.

TV e notebook e pcs ficavam encostados ao lado de uma vela acesa na sala.

Mas voltando ao rádio, que força tem esse meio de comunicação.  A interatividade e o imediatismo, características particulares do meio, foram de fundamental importância na escura noite de ontem.

Uma mídia tão importante e não decola no investimento publicitário.

Milhares de ouvintes de todo o país, entravam em contato com as emissoras com o objetivo de compartilhar informações. Era gente que queria saber se o metrô estava parado mesmo. Tinha gente querendo saber se tinha previsão de volta da energia. Tinha gente que queria informar sobre as condições de "luminosidade" na sua cidade. Tinha gente que queria avisar a família que ia chegar mais tarde. E tinha gente, que queria ajudar os demais cidadãos. Era um caminho melhor ou uma rua que deveria ser evitada. Que bela prestação de serviço. Um verdadeiro ato de cidadania. Uma ajuda coletiva.

Sou fã de internet, mas coitada. Ficou de entregue ao apagão. Lembrem-se: ainda são poucos brasileiros que conseguem acessar a rede do celular.

Poderíamos ainda falar dos anunciantes das rádios que de certa forma, foram premiados ontem pelo "apagão". Audiência máxima.

Vou fazer um adesivo: Eu amo o rádio!!!

 

 

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Com o objetivo de analisar o comportamento dos profissionais de mídia, o IBOPE Mídia desenvolveu o estudo especial Conexão dos Mídias, que ouviu 85 entrevistados durante o MaxiMidia 2009, evento do setor que aconteceu entre os dias 6 e 8 de outubro, em São Paulo.

A pesquisa busca retratar a percepção deste público específico em relação ao tema conectividade e compará-la com a média  obtida na pesquisa  "Conectmídia: Hábitos de consumo de mídia na era da convergência", que aponta como o cenário da convergência de meios atual afeta a vida, as ambições e os relacionamentos do consumidor brasileiro.

O estudo inédito revela que os profissionais de mídia são heavy users dos meios de comunicação e apresentam uma visão diferente desse momento cheio de possibilidades que é a era da informação. É interessante notar, porém, que em algumas situações a reação destes protagonistas é exatamente igual à da população, externando angústias e desejos similares.

Reações parecidas


Os profissionais de mídia aproximam-se da população quanto a sentirem-se pressionados com a quantidade de informações disponíveis atualmente:  57% deles sentem-se desta forma, enquanto esse resultado nos demais consumidores é de 53%. Os públicos estão em linha, porém, quando questionados sobre conseguir absorver toda a informação e tecnologia disponíveis: os resultados são praticamente iguais, com 60% e 59%, respectivamente.

Com relação ao comportamento midiático, muito provavelmente por força das exigências e especificidades do trabalho, os resultados foram diferenciados. Os profissionais de mídia revelam maior preocupação com a qualidade da informação (91%) do que a média da população, com um índice 10 pontos percentuais menor. Essa diferença de comportamento é maior ainda quando se trata de consumo simultâneo dos meios, que aparece como uma realidade expressiva no dia a dia desse profissional. Quando levados a ratificar a frase “na maioria das vezes, me dedico a um meio de cada vez”, apenas 38% dos mídias concordam, enquanto na população esse índice é mais que o dobro, batendo na casa de 82%. Além disso, 83% dos mídias declaram ter o hábito de ouvir rádio e navegar na internet simultaneamente.

Se o consumo simultâneo é rotina para os profissionais do setor, a vida online também está definitivamente incorporada nas atividades, já que 78% consideram as redes sociais como parte da rotina e 32% preferem relacionar-se virtualmente. São índices expressivamente mais altos comparados aos obtidos com o total da população para a qual 45% têm as redes sociais como rotina e apenas 16% preferem trocar o relacionamento pessoal com amigos/família/colegas de trabalho para falar por computador.

Além disso, mais da metade dos mídias (54%) afirma que habitualmente baixa fimes/séries pela internet, enquanto esse índice não chega a um quarto da população, sem falar que 65% dos mídias ouvem rádio pela internet com freqüência, índice que fica na casa de 26% no geral.

Internet supera


Como não poderia ser diferente, os profissionais de mídia estão mais sintonizados com as profundas transformações do padrão de consumo atual. Na medida em que o celular se firma como a multiplatafo rma de comunicação, para um terço da população as mensagens de propaganda são bem-vindas nesse canal, enquanto quase a metade dos mídias tem a mesma opinião. Mas, para esse profissional, o computador com acesso à internet supera todos os outros canais, seguido de outra plataforma de comunicação ativa instantânea: o telefone celular. “As pessoas estão dispostas a receber conteúdos diversos, propaganda, entretenimento. A eficiência será maior dependendo do momento de cada meio”, analisa Dora Câmara, diretora comercial do IBOPE Mídia.



2020


Algumas questões provocam reações exatamente iguais entre os profissionais de mídia e a população, como no caso da sensação de que o tempo tem passado cada vez mais rápido e no desejo de que gostariam de ter mais tempo para si. A crença de que o tempo estará escasso em 2020 é compartilhada por 87% destes formadores de opinião, muito em função do ritmo frenético de trabalho desta categoria, enquanto na população esse índice não chega à metade. Tanto para a maioria dos mídias quanto da população, água e recursos naturais também estarão escassos no futuro. E se por um lado os mídias têm uma visão menos otimista quando se trata de escassez de contato pessoal, 18% apenas acreditam que naquele ano o trabalho é que vai faltar, diferente de 56% da população.

Metodologia


Pesquisa Especial Conectvidade
Estudo realizado entre 24 e 28 de agosto de 2009, com pessoas com mais de 10 anos de idade da região metropolitana de São Paulo. Foram realizadas 800 entrevistas.

Pesquisa Especial Conectividade com profissionais de mídia
Estudo realizado entre 06 e 08 de outubro de 2009, com profissionais de mídia no estande do IBOPE Mídia no MaxiMídia. Foram realizadas 85 entrevistas.
Para saber mais sobre a pesquisa acesse: http://www.ibope.com/conectmidia/

Fonte: Ibope

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Está virando moda.

Todo mundo quer fazer o seu viral.

Gente: não é só fazer um vídeo e jogar no Youtube.

Não basta ser um vídeo engraçado. Tem que ter a técnica também.

Tanto é que inúmeras agências passam a contratar especialistas em redes sociais e blogueiros para cuidar de ações desse tipo.

Esse vídeo, por exemplo, viralizou, mas.... o que vende?

 

 

 

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Nesse último feriado fui com minha família para Águas de Lindóia, no interior de São Paulo.

Fazia muito tempo que eu não visitava aquela região e me surpreendi com a beleza das praças, a hospitalidade de seus habitantes e obviamente, com os preços das malhas. (hehehe)

Mas algo não muito comum me chamou mais a atenção do que tudo isso que mencionei acima.

Logo no primeiro dia na cidade, ainda na recepção do hotel, observei duas pessoas conversando sobre o desaparecimento de um cão na cidade.

Até aí, normal. Cães desaparecem a todo momento, não é mesmo?

Talvez o que me tenha feito prestar atenção na conversa, foi o fato do tal cão ter o nome de Tobias, nome não muito comum à um cachorro, porém, xará do meu caozinho, quer dizer, caozão.

Até então não tinha conhecimento de nenhum outro cão chamado Tobias.

No primeiro passeio pela cidade, no Cristo Redentor (em menor tamanho e luxo, é claro) me deparei com uma série de cartazetes em busca de informações pelo tal Tobias, o cão desaparecido.

Porém, não seria somente em pontos turísticos que eu encontraria cartazes em busca do Tobias. Em todos os lugares que eu passava, "dava de cara" com algum cartaz. Era restaurante, farmácia, enfim, a cidade toda procurava o tal cão.

Até pensei: "Esse cachorro deve ser de alguém importante".

Duas moto-som (motocicleta que presta serviço de publicidade através de alto-falantes), auxiliavam na divulgação do tal cão desaparecido, rodando nas ruas próximas ao centro, no final da tarde de Domingo.

Jornais com distribuição gratuíta e faixas localizadas nas saídas da cidade também informavam sobre desaparecimento do cão.

Um verdadeiro PLANO DE MÍDIA feito em busca do cão. E muito bem feito, por sinal. A cidade só falava no tal Tobias.

Tem gente que pode achar que o plano de mídia só foi bem feito se o cão for encontrado.

Se ele foi encontrado eu não sei, mas com certeza o plano de mídia atingiu o objetivo de comunicar o desaparecimento à cidade inteira.

Uma campanha com alta cobertura e alta frequencia.

O objetivo de um plano de mídia é fazer a campanha chegar ao público-alvo com a intensidade correta, ou seja, nem subexposição e nem superexposição.

Inúmeros meios de comunicação foram utilizados e juntos, fizeram bem o trabalho. E o Blog do Crespo, ajudando (de graça!!!)

Fiquei me questionando:

Seria um publicitário, o dono do Tobias?

Será que a divulgação nem era tão boa assim, e eu por ser mídia, fiquei procurando cartazes pela cidade?

Será que prestei mais atenção porque o cão se chama Tobias?

Sei lá, viu. A foto está aí.

Se alguém tiver alguma informação sobre o Tobias, avise o pessoal e me avise também.

Fiquei curioso.

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Em uma de minhas leituras diárias, me deparei com a seguinte afirmação: "Propaganda boa é que todo mundo entende".

Sim, tratava-se de uma afirmação.

A tal frase foi citada pelo publicitário Fernando Campos, sócio e diretor da SantaClaraNitro Brasil em uma palestra proferida em Buenos Aires, na Argentina.

Segundo o publicitário, o sistema de multiplataformas faz com que a mensagem seja mais facilmente percebida e integrada pelo consumidor.

Até aí eu concordo, com uma campanha multiplataforma, a percepção do público, sem dúvida, se torna mais apurada.

Mas o que essa integração de mídias tem a ver com boa propaganda?

Tem campanha que faz uso de mídia tradicional e ainda assim é boa propaganda.

Eu procuro pensar no cliente. Para mim, boa propaganda é aquela que consegue atingir os objetivos do cliente.

De nada adianta uma bela campanha multiplataforma que e que não venda um produto sequer do anunciante.

Vocês concordam comigo ou não?

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