Campanha do Conselho Nacional de Justiça, pela conciliação entre as partes.

Até gostei da idéia, mas não sei se o pessoal da produção conseguiu "executar a idéia" da melhor forma.

Impressão minha ou fica a idéia: A JUSTIÇA TARDA DEMAIS?

O cara chega a dizer "foi se arrastando, arrastando". Impressionante!!!

De qualquer forma, o recado foi dado.

Segundo consta, hoje no Judiciário brasileiro tramitam mais de 64 milhões de processos. Considerando que no Brasil temos hoje 16 mil juízes, em uma distribuição hipotética, cada um ficaria responsável por cerca de 4.000 processos.

Agora entendi tudo.

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Será realizado a partir da próxima segunda-feira (21), na sede do Grupo de Mídia São Paulo, o curso básico de mídia. Entre os principais assuntos que o curso abordará, destacam-se a evolução da atividade de mídia, o desenvolvimento técnico e sua importância no processo de comunicação.

A abertura do curso será feita pelo presidente do Grupo de Mídia São Paulo, Ângelo Franzão Neto, que dará aos participantes uma visão geral do mercado. Na seqüência a profissional Ana Lucia Guedes, da Borghierh Lowe, fará uma introdução ao mundo da pesquisa de mídia com o objetivo de ensinar aos estudantes os conceitos básicos da mídia, como cobertura, freqüência, cálculos de rentabilidade, perfil, circulação, page views, entre outros.

A função da mídia no contexto da Comunicação será o tema da aula da publicitária Adriana Pascale, da Y&R, que destacará também os principais aspectos estratégicos. João Oliver, da McCann, falará sobre instrumental de pesquisa de mídia. E quem encerrará as atividades será Igor Puga, da IDID/TBWA, que abordará as tendências da mídia interativa.

Fonte: Propmark, Grupo de Mídia

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Até mesmo por senso de justiça do mantenedor deste blog, (ou seja... eu) inúmeras foram as vezes que elogiei e critiquei a postura de profissionais de propaganda.

Como em qualquer profissão temos bons e maus profissionais na nossa área.

Dia desses, postei aqui um artigo do Francisco Gracioso que foi publicado no editorial da edição de aniversário da Revista da ESPM.

A profissão de publicitário de modo geral é muito mal vista pela sociedade. Nas últimas pesquisas publicadas, a nossa profissão é considerada uma das que menos crédito tem junto a população.

Obviamente, bombeiros e padres são aqueles que as pessoas mais confiam. Já a gente encerra a lista, lá na zona de rebaixamento, heheh, junto com políticos e corretores de seguros.

NINGUÉM CONFIA NA GENTE, PORRA!!!

Nada contra o corretor de seguros, mas esse nem eu nunca confiei. hehehe

Agora... fica a pergunta: Por que tanto ódio no coração das pessoas?

Fácil responder isso.

Vejam o motivo:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Trata-se do case vencedor do prêmio categoria Case de Mídia Digital da última edição do Prêmio de Mídia Estadão.

Gostei batante da ação.

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Post grande, mas te garanto que vale a pena. 

Ontem pela manhã, estive na sede do Grupo de Mídia, em São Paulo, para acompanhar mais uma etapa do Fórum de Debates promovido pela APP.

Desta vez, o tema foi PESQUISA É O DESAFIO DAS NOVAS MÍDIAS: VAI SER POSSÍVEL MEDIR O RETORNO DO INVESTIMENTO EM NOVAS MÍDIAS e os debatedores foram Fábia Juliazs (Ibope), Adriana Scalabrin (Rede Globo), Marcelo dos Santos (Totvs) e Ângelo Franzão (Grupo de Mídia).

O debate começou bastante amistoso com cada profissional defendendo seus interesses, é claro. De forma bastante resumida, vai aqui a participação de cada um:

Fábia Juliazs (IBOPE): Segundo ela, profissionais de comunicação não devem perder mais tempo analisando o poder da Internet. Isso já é fato e não cabe mais essa discussão. Disse ainda, que atualmente 27% dos brasieliros acessam a internet e que a princípio, pode parecer pouco, porém, se colocarmos em números absolutos, temos duas vezes mais internautas que a população da Austrália. (Será mesmo? Vou conferir isso depois). Disse que hoje não existem mais o paradigma "faça uma coisa de cada vez" e o profissional que assim pensar está com seus dias contados. O próprio internauta hoje, trabalha com mais de 5 abas abertas do seu browser, conversa no MSN, escuta música, fala no celular e ainda dá uma olhada para a tv ligada. Momento bastante importante foi quando a Fábia apresentou alguns números da conexão de internet via celular no Brasil. Ainda que tenhamos mais de 70% das linhas de celular compostas por sistema pré pago, o número de brasileiros que vem acessando internet por celular, vem crescendo absurdamente. Quanto ao assunto que esse internauta via celular procura, estão música (21%) e esporte (12%). Esse aumento vertiginoso de conexão internet via celular prova mais uma vez que o consumidor em trânsito, não é mais impactado somente por rádio e sim, pela internet. Disse também, que jovens não utilizam sites de notícias ou portais para se informar e sim, redes sociais e blogs de amigos. Para finalizar, a Fábia fez uma explanação sobre o Internet Pop, programa do Ibope, claro, que resolve os problemas de quem deseja investir em internet. Defendendo seu "peixe", encerrou: "Medição no planejamento é muito melhor que esperar o ROI".

 

Adriana Scalabrin (REDE GLOBO): Na minha opinião, foi uma particpação bem apagada. Tentou trazer para o evento, sua experiência nos E.U.A., mas que ao meu ver, é um mercado bem diferente do nosso. Segundo a Adriana, o grande problema atualmente é saber mensurar dados da Internet. Segundo ela, não existe ferramentas de ROI que sejam de fácil interpretação. Vejam palavras dela: "Ferramentas de ROI tem uma série de dados, mas não dá pra jogar tudo numa equação e fazer uma análise disso. Não é algo tão simplista assim". A Fábia, do IBOPE, parecia nervosa enquanto a Adriana dizia isso. hehe E a Adriana continuou: "Como posso saber o quanto aquele investimento agregou de resultados para meus clientes"? Por fim, disse que planos de mídia focados na Internet, como único meio de comunicação tendem ao fracasso. Citou o caso da Volks, nos. E.U.A. que com 2,5% de share, entregou sua conta para uma agência digital e não conseguiu aumentar sua participação anunciando somente em Internet.

 

Marcelo dos Santos (TOTVS): Iniciou sua participação, apresentando dados da empresa Totvs no Brasil e no mundo. Fiquei surpreso com o poder de fogo e o tamanho da empresa. Segundo o Marcelo, a emrpesa possui 38,7% de share no Brasil. É algo absurso, deixando suas concorrentes, como a IBM por exemplo, para trás, aqui no Brasil. O Marcelo é o diretor de marketing da empresa e recentemente deu uma entrevista para a Revista Marketing. Vale a pena conferir. Mostrou a estrutura organizacional do departamento de marketing da empresa e de que forma a empresa entende e trabalha com as mais variadas feramentas do marketing. Ao meu ver, ele que tem uma formação em Economia, entende muito mais de Marketing, que inúmeros profissionais que estão à frente de suas empresas atualmente. Para finalizar, criticou a postura de agências de publicidade e de profissionais de marketing que estão mais preocupadas com a questão estética do que com resultados (R$). Disse que prefere que algo seja feio porém rentável,  do que o contrário. "Nosso site hoje é muito bonito, moderno. Porém, 50% dos nosso clientes tem dificuldade para encontra lá o que precisam. Por esse motivo, nosso site está sendo reformulado. Nos próximos dias, entrará no ar, o novo site da Totvs, muito mais simples, até mais feio, eu diria, mas com uma funcionalidade muito maior para nossos clientes.", concluiu.

 

Ângelo Franzão (Grupo de Mídia): Também disse ser indiscutível o poder da Internet como meio de comunicação. Disse que acredita ainda que em relevância, acredita sesr o principal meio.  Disse que hoje, ao montar um plano de mídia, o profissional deve analisar duas questões: o público e o que esse público anda falando da marca por aí. Apresentou dois gráficos bastante interessantes que fazem com que tenhamos que repensar muita coisa em mídia. "Os novos meios chegaram pra competir com os chamados tradicionais. Os meios tradiconais não vão sumir, mas passarão a dividir espaço com os novos meios, sem dúvida", disse. Em um outro momento, aproveitou oara discordar da Adriana, dizendo que existem sim, ferramentas de ROI com muita credibilidade no mercado.  Antes que o debate fosse aberto para perguntas, o Ângelo tocou no assunto, bastante discutido pelo Grupo de Mídia, no primeiro semestre, sobre o ensino da Mídia, nas Universidades. Esse blog já discutiu bastante a respeito. Disse da diferença do que se ensina na faculdade e no que realmente acontece no mercado.

Quando abriram para perguntas, esperei minha vez e fiz as seguintes indagações:

Aproveitando o "gancho" deixado aqui pelo Ângelo, gostaria de falar também sobre o ensino da Mídia, nas Universidades. Sei que não é o foco do debate, mas acho pertinente até por termos aqui hoje, uma representante do IBOPE. Sou professor de mídia e a grande dificuldade está justamente em manter uma proximidade com o mercado. O Grupo percebeu isso e a partir desse ano começa a trabalhar nesse sentido. Porém, em sala de aula, ainda ficamos muito focados em VERONEZZI e TAMANAHA, que são prossioais do mais alto escalão e credibilidade, mas não falam de novas mídias. A mídia hoje é muito rápida. Questõs como Twiter e Facebook não são discutidas em Mídia nas Universidades. Eu procuro levar essas questões para a sala de aula, mas ainda representam muito pouco de todo o conteúdo programático proposto pelo MEC. Brigo com meu coordenador pedagógico. Hoje, a pesquisa de mídia tem uma importância gigante no mercado publicitário e isso não é colocado dentro das universidades. Temos uma aula dedicada a esse assunto. Por que o IBOPE, e queria aqui, aproveitar a presença da Fábia, não disponibiliza ferramentas para as faculdades? Os institutos de pesquisas fazem acordos com ESPM, CÁSPER, METODISTA, mas e as demais universidades? Por que os institutos não disponibilizam essas ferramentas de pesquisa também para outras universidades?

Agora sim, voltando ao foco do debate, gostaria de saber se existe uma mensuração de resultados de PALAVRAS e não de números quanto aos investimentos em novas mídias? Ao meu ver, todos se preocupam com retorno em números, euquanto as novas mídias, permitem uma maior interatividade com os consumidores. As redes sociais influenciam o consumo e eu acho que hoje, as empresas não estão preparadas para trabalhar com as críticas que ferramentas como o Twitter, por exemplo, pode trazer. O mercado sempre estave preocupado em saber quem é esse consumidor e o que ele faz, e agora as redes sociais, possibilitam que esse consumidor, diga diretamente a marca, o que ele pensa da marca. Isso é novo e ao meu ver os anunciantes não estão preparados para isso.

 

Bom, o post já está enorme e sei que apenas aqueles que se interessam pelo assunto, irão ler isso até o final.

Caso queriam saber as respostas das minhas perguntas, enctrem em contato comigo, que terei o maior prazer em responder.

Enviarei cópia deste post de hoje à todos que formaram a mesa, no fórum de ontem.

 

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Olá galera.

Acabei de chegar do evento da APP, que aconteceu na sede do Grupo de Mídia.

Amanhã vou postar aqui tudo que aconteceu de interessante por lá. 

Mas, hoje, como não poderia ser diferente... vamos falar de Internet.

O jornal britânico Telegraph publicou uma lista de 40 coisas que deverão desaparecer nos próximos anos por conta da Internet.

Será mesmo?  Será que esse jornal está precisando de matérias?

Vejam alguns desse ítens:

Relógios de pulso

Lojas de cds

Albuns de fotos

Ver a TV com a família

Cartas manuscritas

Telegramas

A excitação adolescente frente à primeira revista pornô

Listas telefônicas

Hora do almoço

Barreira entre idiomas

Viagem de Férias "às cegas"

Copyright

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O feriado prolongado chegou e decidi trocar o litoral paulista por uma viagem ao Sul de Minas Gerais. Estou falando de Varginha, mais especificamente.

Para quem não conhece, Varginha, que ficou conhecida nacionalmente como a terra do E.T, é uma cidade tipicamente produtora de café. Possui um pouco mais de 110.000 habitantes, sendo considerada a terceira maior cidade do Sul de Minas, ficando atrás somente de Pouso Alegre e Poços de Caldas.

Nos últimos anos, Varginha se tornou um dos maiores centros estudantis de Minas Gerais. Atualmente, possui 6 Universidades, sendo quatro privadas e duas públicas.

Quanto ao caso do E.T., a cidade resolveu trabalhar essa história em benefício próprio, abrindo então, as portas para o turismo. São inúmeras praças, pontos de ônibus, naves e E.Ts. que fazem referências aos E.Ts por toda a cidade. Lojas de souvenirs comercializam chaveiros, porta retratos e miniaturas dos nossos amiguinhos verdes. Não deixa de ser uma oportunidade de levar ao município, turistas de todo o Brasil. E tem levado.

Ainda na estrada, iniciei uma análise sobre as peças publicitárias que na maioria das vezes, se concentravam em outdoors. Isso quando a estrada deixava, porque as curvas da Fernão Dias, continuam perigosas.

Como pude ver pouca coisa na estrada, continuei a analise quanto à publicidade em Varginha, para depois fazer uma comparação quanto ao tipo de publicidade que vemos aqui, em São Paulo e o que vi por lá.

Analisava todo tipo de publicidade que eu encontrava nos mais variados meios de comunicação. Assisti bastante TV, ouvi emissoras de rádios e prestei atenção em tudo nas ruas da cidade.

A princípio, a idéia era detectar os meios mais utilizados e tentar identificar os maiores anunciantes daquela região. Porém, minha análise foi tomando outros rumos. A primeira coisa que pude notar, foi a diferença entre os textos publicitários. Sim, estou falando da redação dos anúncios de tv, rádio e outdoor.

Textos bem informais e expressões bem interioranas. E o sotaque? Não posso deixar de registrar que foi diferente para mim, ouvir spots de rádio com aquele sotaque de mineiro. Sei que isso é coisa de paulista, que acha que todo brasileiro que não nasceu em Sao Paulo tem sotaque e apenas ele não tem. Mas ouvir um spot com sotaque foi demais. Não deixa de ser diferente, UAI!!!

Pouca publicidade regional em TV Aberta. Os anúncios que pude acompanhar em tv aberta, são por conta de veiculações NET, ou seja, nacional. Uma ou outra loja de móveis localizada na própria cidade ou em municípios vizinhos, anunciava em tv aberta.

Achei que encontraria bastante carro de som nas ruas, meio de divulgação característico em cidades do interior. Eu estava equivocado. Não vi nenhum por lá. Depois perguntei para um primo sobre os carros de som e ele disse que muito raramente aparece um por lá. Segundo ele, as centenas de subidas e descidas da cidade, impossibilitam o carro de som andar sempre na mesma velocidade. Como eu não pensei nisso antes?

Porém, o mais importante de toda essa minha análise sobre a publicidade em Varginha, foi perceber a força da mídia exterior. Se tivesse um Kassab por lá, agências e anunciantes estariam ferrados. A cidade é replata de outdoor e front light nas ruas e avenidas.

Que o prefeito paulistano não leia isso, mas tenho que admitir que chega a ser bem exagerado o que vi por lá. Os anúncios não criam diferenciação veiculando peças daquele jeito. Não sei o valor da bi-semana por lá, mas peguei os nomes de duas empresas que comercializam em outdoor e vou procurar saber.

Enquanto escrevo aqui, me recordo de um outdoor, de um petshop, em que as orelhas de um gato eram formadas por conta de um aplique na parte superior do outdoor. Meu Deus!!! Parecia um outdoor de chifres. E o gato? Pegaram o gato mais triste que eu já vi na minha vida.

Ainda tratando da mídia exterior notei que festas de faculdades e eventos como shows que serão realizados nos próximos didas na cidade, tem sua divulgação realizada através de adesivos no vidro traseiro dos carros.

Impressionante a força desse tipo de publicidade. Penso eu, que os próprios organizadores das festas regadas à cerveja, distribuem os adesivos aos proprietários dos carros, na maioria das vezes, estudantes, e em troca, oferecem um desconto na entrada do evento. Bela e justa permuta!!!

Os carros então, cruzam a cidade com aqueles adesivos, levando as informações sobre a festa, a cervejada, o rodeio ou o show do Jammil, que vi em dezenas de carros. Publicidade boa, com vantagens de audiência secundária, portabilidade e imediatismo. E o melhor: a custo baixíssimo.

Nunca vi esse tipo de publicidade por aqui e até acho que entendo o motivo. Ao meu ver, esse tipo de mídia, (adesivos em carros), em uma cidade grande como São Paulo, não conseguiria atingir os objetivos de cobertura e frequencia, que são na verdade, as características básicas desse meio de comunicação em cidades pequenas.

Terminei o meu "estudo", verificando o número de agências de publicidade e estudantes da mesma área, naquela região.

De volta à São Paulo, começo a repensar algumas coisas. Quem disse que só TV aberta é que faz a publicidade nesse país? Sim, são quase 59% de todo o investimento publicitário, é verdade, mas tem muito mais coisa por aí para ser trabalhada. Quanto será que a Tv Aberta representa do investimento em Minas Gerais? Vou procurar saber.

Gostei dessa análise que pude fazer com essa viagem. Aliás, sempre disse que o profissional de publicidade, não pode ficar com a bunda sentada na cadeira o tempo todo. Tem que ir pra rua.

Boa semana a todos.

 

 

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A APP (Associação dos Profissionais de Propaganda) promoverá no próximo dia 09, mais um Fórum de Debates.

O evento que já está na sua 18° edição, discutirá o tema "PESQUISA É O DESAFIO DAS NOVAS MÍDIAS: VAI SER POSSÍVEL MEDIR O RETORNO SOBRE O INVESTIMENTO EM NOVAS MÍDIAS".

O tema será discutido por grande nomes do mercado, como Fábia Juliasz (Ibope), Adriana Scalabrin (Rede Globo), Marcelo dos Santos (TOTVS) e o nosso presidente do Grupo de Mídia, Ângelo Franzão. 

Já confirmei minha presença no evento e pretendo de lá, ir atualizando o blog com as novidades.

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Atençao marketeiros políticos

Eleições presidenciais chegando e informo a vocês, sem medo:

"FAÇAM A FESTA, PORQUE O BRASILEIRO É MUITO BURRO".

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Trata-se de uma ação para um portal de notícias na Nova Zelândia.

Segundo os responsáveis pela campanha, a idéia é mostrar o que acontece aos jornalistas do site, quando não publicam os chamados "furos" jornalísticos.

Pois é... vão para o tomate. hehehe

Engraçado? Humilhante?

Eu gostei da ação.

Dica do BlueBus. 

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