Mais um vídeo da campanha XIXI NO BANHO, criada pela F/Nazca, para a S.O.S Mata Atlântica. A campanha que foi bastante criticada no mês passado, agora traz um filme/animação com diferentes personagens, todos no banho. O que você achou dessa campanha? Você faz xixi no banho?

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 Comercial da Coca- Cola "Furto"  foi o mais lembrado no mês de Junho, segundo pesquisa do Datafolha, publicada por Meio e Mensagem.

O filme tem formato de animação e brinca com uma atmosfera de magia.

Vale a pena conferir.

 

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Campanha "Fazendo História", da Lego.

Show de bola.

A agência responsável pela campanha é a Jung von Matt, com séde em Estocolmo, Suécia.

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Um copão de café derramado no meio da 7° Avenida, em Nova Iorque.

Trata-se de uma ação da Bounty, empresa de toalhas de papel.

O líquido no chão, que alí representa o café derramado, tem direito a cor, cheiro e até a fumaça do café.

A ação teve ainda o acompanhamento de distribuição de amostras grátis (sampling) das toalhas de papel.

Bom final de semana a todos.

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Ontem passei o dia na minha querida Praia Grande. Fui resolver uns problemas por lá.

Deixei meu carro em um posto de gasolina para trocar o óleo e resolvi ir comer um lanche.

De repente, ao passar por uma loja de tintas, localizada na avenida principal da cidade, vejo uma faixa com os seguintes dizeres:

"SENHORES CLIENTES: ESTAMOS REPASSANDO O IPI. APROVEITEM!"

De duas, uma. O imposto reduzido e até isento em alguns casos pelo Governo (no caso de materias para construção)está sendo cobrado do consumidor ou o pior: "esqueceram" de colocar ali naquela faixa que trata-se da REDUÇÃO ou da ISENÇÃO do IPI que está sendo repassada aos seus clientes.

Em ambas possibilidades, vejo absurdo. Na segunda, acho que ainda mais.

Meu Deus!!! Que vergonha!!!

Que vontade entrar na loja e dizer: "PÕE NA CABEÇA QUE VOCÊ NÃO É PUBLICITÁRIO".

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A Libresse, uma marca de absorventes, resolveu inovar para a divulgação do produto. 

Em uma praia holandesa, um ação de marketing bastante diferenciada das ações que costumamos ver aqui no Brasil.

Acho bacana tudo que é diferente ou fora do convencional.

O áudio do vídeo está em um idioma estranho, que julgo ser o holandês. Porém, creio que as imagens, já possibilitam a compreensão da ação.

Na minha opinião:

 PONTOS FORTES:

- Criatividade da ação; custo baixo; produção de vídeo da ação para viralizar na internet

PONTOS FRACOS:

- Ação pulverizada atingindo públicos diferentes. Senhoras de idade, homens e crianças.

Imaginem as crianças pegando os pacotinhos: "Mãe... olha o que caiu do céu. O que é isso?" Imagine a situação da mãe.

 

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Para anunciar seu novo sanduíche de quase 20 centímetros de altura, o Burger King, de Cingapura colocou em suas lojas, esse cartaz.

Seria publicidade subliminar?

O texto diz algo do tipo: "Ele vai explodir na sua boca!"

Eu, hein!?! Não comeria esse lanche não.  "Tô" fora.

E essa mulher: parece uma boneca inflável.

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Sempre me preocupei com a qualidade do ensino de Mídia nas universidades.

Quando eu fazia faculdade, tive o prazer de ter como professores, o Mestre Amadeu Nogueira de Pádua, o HOMEM DA COMUNICAÇÃO da Nestlé e professor da ESPM e Davidson Iuspa, da Rede Globo. Além disso, meu outro ídolo, sempre foi meu tio, Newton Crespo, que foi diretor de Mídia da Ogilvy, por mais de 20 anos e hoje atua na Rede TV!

Todos eles foram importantes na minha formação porque me levaram mais do que o conhecimento da faculdade e sim, a realidade do mercado.

Em Mídia, muitas coisas são ensinadas na faculdade, que o aluo jamais vai usar aquilo na profissão. Sendo assim, cabe ao professor de mídia, aliar a teoria com a prática.

Paulo Tamanaha, um dos maiores mídias desse país, também professor da ESPM, diz que os alunos se mostram muito mais interessados, quando ele leva à aula, casos reais, de clientes reais, com problemas reais.

Eu sempre tento fazer isso em minhas aulas. Tento ao máximo colocar alí, a realidade do mercado.

Quando chega na fase do planejamento de mídia, coloco aos alunos situações bastante diferentes.

Ao meu ver, pedir um plano de mídia de um cliente grande, com uma verba de milhões de reais, é bastante interessante, porém, a realidade me faz crer que poucos alunos que ali estão terão essa oportunidade em suas vidas. Sendo assim, coloco também aos alunos, um plano de mídia de um cliente pequeno, como uma loja de informática, instalada dentro de um shopping,em uma cidade do interior de São Paulo, por exemplo. Verba muito menor, problemas muito maiores, porém uma proximidade muito maior com o mercado.

Levei essas minhas angústias ao Ângelo, presidente do Grupo de Mídia de São Paulo, no início do ano.

Ele disse que essa também é uma preocupação dele. E resolveu agir.

O Mídia Dados 2009 traz uma matéria enorme sobre essa questão. O Grupo resolveu convocar às universidades para "ouvir" quais são os problemas enfrentados por professores e alunos, em sala de aula.

Achei muito bacana a discussão. Inúmeros professores de faculdades de grande renome no cenário brasileiro, compareceram e colocaram ali, seus problemas.

Tirando as "abobrinhas" colocadas pela Monica Hoera, da UniSantos, que nem profissional de mídia é (ela foi minha professora), muita coisa interessante foi colocada.

Dentre as dificuldades colocadas, destaco duas: a dificuldade das universidades em conseguirem os programas de pesquisa de mídia, como o Sisem, da Marplan ou os programas de audiência do Ibope; e a dificuldade de levar às salas de aula, os reais preços de comercialização dos veículos. Muitas das universidades utilizam o Jovedata para resolver essa questão.

O Grupo de Mídia listou as necessidades e prometeu agir. Um convênio com os institutos de pesquisas seria uma solução bastante razoável. Vamos ver o que acontece.

De qualquer forma, eu como professor de mídia, sou muito grato ao Ângelo, ao Grupo e aos professores que lá estiveram. Menos a Mônica, que falou bobagem.

Bom final de semana a todos.

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Comercial da Kombi, nos anos 90.

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Ontem, em uma conversa bastante informal com alguns publicitários, foi discutido o perfil do profissional que as agências procuram.

Iniciamos o papo, falando do estagiário de forma geral que, muitas vezes é contratado a preço de banana pelas agências e quando chega próximo de sua formação acadêmcia, é trocado por um novo estagiário.

A discussão tomou um rumo bastante interessante. Falamos da qualificação dos profissionais que atuam em agência e aquela turma chegou então a conclusão que hoje, pequenas e médias agências procuram o profissional que não seja especialista em um determinado assunto, e sim aquele cara que pode ajudar aqui e acolá. Procuram o cara que sabe fazer tudo aquilo que os outros profissionais dentro da agência fazem. Foi dado então o nome de profissional pato.

Explico.

O CAVALO CORRE MUITO BEM, MAS NÃO NADA BEM E NÃO VOA.

O PEIXE NADA BEM, MAS NÃO CORRE E NEM VOA.

O PÁSSARO VOA MUITO BEM, MAS NÃO NADA E NEM CORRE.

JÁ O PATO CONSEGUE FAZER TUDO ISSO, MAS NÃO CORRE BEM, NÃO NADA BEM E NEM VOA BEM.

É assim que funciona?

Sua empresa procura e dá valor ao profissional pato?

Qual sua opinião sobre isso?

 

 

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