Mídia Metrô Tóquio  Mídia Metrô São Paulo

 Na semana passada, recebi uma foto do Metrô de Tóquio.

Ela foi tirada pelos profissionais de mídia que estiveram naquela cidade em viagem técnica promovida pelo Grupo de Mídia de São Paulo.

Achei impressionante a quantidade de anúncios dentro de um vagão de metrô.

Aqui em São Paulo, a coisa é um pouco diferente. Temos uma grande variedade de formatos comerciais no Metrô, mas nada comparável ao Metrô de Tóquio.

Ficam as seguintes perguntas: Quem está certo? Estamos perdendo dinheiro? Tem demanda para isso tudo? Existe um limite para a mídia?

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A nova campanha da GM, batizada de Virada Chevrolet, tem como meta vender 5.000 carros de Sexta-Feira (15) até Domingo (17).

Trata-se de uma ação para acabar com o estoque de modelos 2009 da montadora.

Para a TV aberta, foram comprados 340 GRP para veiculação nacional. Todas as regiões prevêem ainda ações diferenciadas com ações no PDV para impulsionar ainda mais as vendas.

Dois vídeos foram produzidos para a veiculação da campanha. O primeiro começou a ser veiculado ontem a noite.

 Será que 340 GRP em menos de uma semana atinge o objetivo? Vamos esperar para ver.

 A agência que assina a campanha é a Salles Chesmistri.

 

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 Já dizia Antonio Rosa Neto, da Dainet: "Antes a criação definia o meio. Hoje, o mídia orienta a criação".

Senhores Mídias: inovação faz a diferenciação!

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Você já viu anúncio da Google em TV aberta? Pois é, o gigante das buscas online, usará nos E.U.A., o comercial de 1 minuto para promover seu novo navegador: o Google Chrome. É a primeira vez que a TV aberta será utilizada para promover produtos da Google. O custo para produzir o anúncio foi de US$10 mil. Vai ver que é por esse motivo que o anúncio é tão tosco. Ruim mesmo. Dê uma olhada:

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Enquanto milhares de profissionais de mídia ficam "quebrando a cabeça" para conseguirem algum tipo de interatividade com o público consumidor, através dos meios de comunicação convencionais, outros profissionais de mídia preferem sair da "zona de conforto" e fazer algo desse tipo.

 Isso aconteceu no último dia 30 de Abril, em Londres. A T-Mobile convocou 13.500 pessoas para comparecerem à Trafalgar Square para algo, que fez questão de não divulgar. Lá chegando, o público recebeu microfones e como que num karaoke gigante, virados para um imenso telão, todos cantaram Hey Jude, dos Beatles.

Isso sim é que se pode chamar de interatividade com o público. É a marca sendo participativa. Algo que ainda falta por aqui. Culpa de quem? Sei não. Acho que nossa, profissionais de mídia.

 É...essa tal da interatividade ainda vai dar o que falar.

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Na semana passada, a Coca-Cola anunciou durante uma conferência, nos E.U.A., que pretende adotar um padrão de remuneração por resultado, para suas agências de publicidade em todo o mundo.

Mas... o que seria isso?

A Coca-Cola propõe que as agências de publicidade sejam remuneradas de acordo com a sua performance. Caso as metas não forem atingidas, somente os custos de produção serão pagos e as agências ficam sem remuneração. Por outro lado, se as metas forem atingidas, os ganhos das agências podem chegar a 30%, valor bem maior do que o tão conhecido desconto padrão.

A Coca-Cola pretende utilizar esse novo método em 35 países, inclusive Brasil, até o ano de 2011.

Fica a questão: será que esse novo formato, é interessante para as agências? Pensem comigo: será que a agência tem que carregar todo esse peso nas costas?  O sucesso ou fracasso de vendas de produto está relacionado com uma série de outras questões, como produção, distribuição, preço, ações da concorrência, etc,  etc, etc. A publicidade não pode levar toda a culpa. Ela faz a parte dela, e as vezes, até mais do que isso, mas milagres, não!

Outra questão bastante interessante é o fato de que com esse novo formato de remuneração, creio que a agência se livra de um grande pesadelo: a aprovação do cliente. Sim, porque se o ganho da agência se dará pelo que ela produzir, o cliente não vai poder ficar dando palpite e interferindo na criação.

Xiiii, sei não se isso é possível.

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Um colega de profissão, o João José, enviou dia desses, alguns ítens que ele considera básicos para um bom profissional de mídia. Eu concordo com ele. Sendo assim, segue o texto:

 

1. Estude muito. Conheça tudo sobre mídia, seu planejamento, sua execução, seu controle e negociações.

2. Conheça tudo e todo mundo dos veículos - de todos eles, dos grandes aos pequenos.

3. Construa um banco de dados, de informações sobre todos os veículos, mercados, audiências, circulações, tiragens, pontos fortes e fracos, diferenciais, etc.

4. Crie e mantenha um amplo relacionamento com todos os profissionais de veículos (além de colegas da agência e do mercado).

5. Aperfeiçoe-se sempre. Faça todos os cursos que houver, sobre mídia e comunicação em geral (mais do que só publicidade, internet, promoção, marketing direto, merchandising, etc - que podem ser úteis no teu trabalho).

6. Tente criar e manter uma equipe de trabalho altamente profissional.

7. Mantenha a ética acima de tudo.

8. Negocie sempre ao máximo com os veículos. Se você não o fizer, seu cliente ou seu chefe o fará - e você perderá a moral.

9. Não aceite subornos, como presentes, convites, shows, etc. Tudo bem almoçar com os profissionais dos veículos, a serviço. Mas nada além disso.

10. Não se prostitua, não se venda, não aceite propina ou vantagem para beneficiar o veículo que seja.

11. Defenda os interesses dos seus clientes - e da sua agência.

12. Não faça mais mídia do que for necessário...o cliente vai descobrir, um dia. E tua agência vai perder a conta.

13. Receba sempre a todos que forem apresentar seus veículos e propostas. A maior queixa dos profissionais dos veículos é a arrogância e o tratamento ruim que recebem dos/das profissionais de mídia. Quanto maior a agência, maior a arrogância. Ninguém tem Poder para sempre...pensem nisso. Um dia, podem precisar de ajuda, ou de emprego.

14. Seja honesto/a, sempre.

15. Seja muito organizado/a, em tudo que fizer.

16. Não autorize nada, sem que esteja devidamente assinado e autorizado pelo cliente.

17. Trabalhe duro e dedique-se ao máximo.

18. Leia tudo que puder, sobre mídia.

19. Não desanime, com as dificuldades e o stress que às vezes vai rolar.

20. Nunca aceite o primeiro preço dos veículos. Nem o segundo...

21. Demonstre, ao cliente, como você negociou bem.

22. Mostre ao dono da agência, que defendendo o cliente a agência manterá a conta por mais tempo.

23. Preserve, acima de tudo, a tua credibilidade. E a dua tua agência.

24. Não importa o meu ou o seu gosto pessoal. O programa de TV que você gosta, a rádio quem você ouve ou o jornal que lê. O que importa é o que o teu público gosta, quer, lê, assiste, ouve. A mídia é feita para o público-alvo da publicidade. Não é feita para os publicitários, nem para os anunciantes.

25. Não leve em consideração apenas a CIRCULAÇÃO que envolve meios (TV, Rádio, Jornal etc...). Privilegie sempre a defesa técnica considerando pela ordem os seguintes fatores : Grau de afinidade, Número de Leitores, Cobertura e por fim, a complementaridade de mídia para com o mercado.

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