O filme da Citroen, que no último ano, foi veiculado em vários países da Europa, chega ao Brasil.

Veja abaixo, a versão gringa do filme.

Simples, porém fantástico!

 

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Foto que está rolando no Facebook nos últimos dias.

Muito boa! 

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Talvez muitos de vocês já tenham visto, uma vez que inúmeros veículos publicaram o ranking.

Mas caso ainda não tenham visto, segue o ranking dos 30 principais annciantes do ano de 2011.

O estudo é realizado através do Ibope Monitor, audita o investimento nos 38 principais mercados brasileiros e considera os valores brutos.

Vejam a tabela:

 

 

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Na última semana, foram divulgados os números da publicidade no Brasil, no ano de 2011.

O estudo do Ibope Monitor mostrou que o mercado publicitário teve crescimento de 16% sobre o ano anterior. No total foram mais de R$ 88,3 bilhões de reais em investimento publicitário.

Quanto à divisão do investimento publicitário entre os meios de comunicação, poucas variações em relação ao ano anterior.

A TV aberta manteve os 53% de share do ano anterior, enquanto o Jornal perdeu um ponto de share, passando a ter 20% de todo o investimento. Os meios Revista e TV por assintaura ficaram na casa dos 8%, enquanto a Internet chegou à 6%, deixando o Rádio para trás com 4%.

Aliás, já venho aqui falando à tempos, sobre essa decadência do rádio. Nada de novo surge para o meio e o resultado é esse aí.

O Ibope Monitor também consolida e divulga as maiores agências de publicidade e os maiores anunciantes do ano de 2011.

Quanto ao ranking das agências de 2011, poucas variações em relação ao ano anterior.

Vejam:

 RANKING AGÊNCIAS 2011

1ª Y&R

2ª. ALMAPBBDO

3ª. OGILVY & MATHER

4ª. JWT

5ª. W/MCCANN

6ª. EURO/RSCG

7ª. BORGHIERH/LOWE

8ª. AFRICA

9ª. NEOGAMA/BBH

10ª. PUBLICIS

Amanhã, o Blog do Crespo traz aos leitores, a relação dos maiores anunciantes no ano de 2011.

Bom resto de Domingo a todos.

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Filme publicitário da Vivo, criado pela Africa, com o pai de uma tal de Luiza! Já ouviu falar dela?

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Eu compraria fácil um hareburguer.

Isso é que é publicidade!

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O post de hoje não é só de publicidade, mas também serve!

O um post é longo. Se não puder ler agora, ok, mas leia um outro dia qualquer e depois me diga o que acha do assunto.

Nesse ano de 2012, completarei 30 anos de vida.

Velho pra jogar bola todo dia, mas ainda novo para curtir a vida com a namorada, beber com os amigos, estar sempre perto da família e trabalhar bastante.

Nesses meus primeiros 11 anos de vida profissional, já fiz muito mais coisa que muito cara que tem 20 ou 30 anos de profissão.

Meus pais me deram tudo na minha infância e adolescência. Sempre estudei em colégio particular e viajava todo ano para os lugares mais bonitos do país.

Até hoje, vivo embaixo das asas deles, mas quando você cresce e precisa pagar suas próprias contas, não tem jeito. Tem que se virar.

Eu já fiz bastante coisa na vida: vendi material de limpeza e já atendi contribuinte com dívida de imposto em Prefeitura.

Já fui guia turístico de estrangeiros e assistente em creche municipal. Também fui assessor parlamentar e tive uma longa passagem como fiscal de ambulantes, fazendo apreensão de mercadorias.

Para cada uma dessas atividades quer fiz acima e que tenho muito orgulho, tenho um caminhão de histórias para contar. Na mesma proporção é o número de amigos de verdade que fiz.

Muitos deles ainda lá estão. Trabalhando pacas, com muita dignidade e objetivando algo para suas vidas.

Não me formei em uma ESPM da vida e paguei a faculdade com muito esforço. Desde os meus 14 ou 15 anos, tinha a Publicidade como a profissão a ser seguida.

Lutei por isso, mas antes de cair no mundo da propaganda, dei uma volta grande e boa por aí. 

Com 22 anos, queria morar fora do país, mas não tinha dinheiro para isso. Vendi um carro que tinha acabado de quitar, meu pai me deu a passagem e fui estudar na Espanha. Sabia que aquilo poderia me ajudar algum dia, em minha carreira.

Quando voltei, sem grana mas com larga bagagem cultural e formação diferencial, fui correr atrás da grana para dar continuidade ao meu sonho profissional.

Demorei para conseguir trabalhar com publicidade, mas nem por isso desisti. Meu primeiro contato com a profissão foi quando consegui um estágio dentro da Prefeitura, na SubSecretaria de Comunicação Social.

A leitura foi outra forma que encontrei para me aproximar do mercado. Dei ali início à biblioteca que tenho hoje.

Mas por que hoje é dia de desabafo? rs

Coisa simples, mas que fiquei pensando o dia todo.

Pela manhã, no elevador da agência, acompanhei meio que de bisbilhoteiro, a conversa entre duas meninas que tinham no máximo 20, 22 anos de idade. Não mais que isso.

Uma das garotas dizia à outra que estava com o saco cheio de trabalhar. Você leu bem, não era "saco cheio do emprego!" Era "saco cheio de trabalhar"! Dizia ela que tinha saudade da época de colégio e que não tinha estudado quatro anos em uma faculdade para ter que ficar somando número em uma planilha. Quando perguntada pela amiga quanto tempo estava na empresa, ela disse com ar de raiva: "5 meses já". Antes de sair do elevador, ainda disse: "Amiga, você não sabe como estou sofrendo".

Ok, entendo a precocidade dessa juventude. Querem cargos, altos salários, tudo rápido demais, mas calma lá, não me venha com "xurumelas"! As coisas não são assim! Trabalhar é atividade mais digna que o homem pode ter! E o sucesso leva tempo e gasta suor!

Aguardei calmamente em cada um dos empregos que tive e posso lhes garantir que não era fácil correr atrás de gente que vendia a sua coxinha, só porque ela não possuia uma licença para ali trabalhar. Quantas mercadorias tive que retirar da mão de gente trabalhadora, que chorava e me implorava para não fazer aquilo mas que por não possuir uma autorização, era impedida de trabalhar. Não era fácil, era contra-vontade, mas ao mesmo tempo que a pessoa precisava daquele trabalho, eu tinha que manter o meu! Eu era cobrado! Saía lágrimas dos meus olhos e por algumas vezes, admito, não tive coragem!

Era difícil, mas escutei várias vezes de contribuintes mal educados, que meu salário era pago por eles. (mentira, porque estavam lá para acertarem dívida de imposto).

Na loja do meu pai, meu contato direto era com zeladores de condomínios que na maioria das vezes, se achavam superiores ao garoto que lhe entregava o cloro e o sabão.

Como assessor parlamentar, tomei dezenas de esporros na frente de eleitores, porque o político "não podia errar" e então tinha que jogar a culpa na sua assessoria, mesmo que estivesse certo".

Com meu pai, trabalhando, aprendi que não valia a pena colocar água no cloro, porque à longo prazo, a qualidade do produto vendido seria levada em consideração. Eu chorava quando perdíamos um cliente para um concorrente, porque ele vendia mais barato que a gente. Mas tempos depois, o via retornar à nossa empresa.

Como assessor parlamentar, aprendi a arte compreender problemas e a importância de resolvê-los para nao virar "promessinha", como era me dito. Missão dada, missão cumprida, ainda que gastasse tempo, dinheiro ou desse trabalho. Nada de voltar com o job não concluído.

Ter educação e ser gentil no ambiente profissional me fez perceber que as pessoas acabam baixando a guarda de estabelecem um relacionamento profissional de cumplicidade, facilitando tudo dali por diante.

Em todas essas funções aprendi pacas. São coisas que levo pra vida toda e que uso diariamente, sem exceção, no meu trabalho como mídia.

Veja... como mídia eu disse!!! Isso porque valores, princípios e o aprendizado que se tem são bem vindos em qualquer que seja a sua atual função.

Não tem um dia sequer que eu não me lembre de alguma situação dos meus empregos anteriores.

Você tem noção do quanto essa experiência fora do mundo da publicidade me ajuda pacas no dia a dia? Já tive contato com um monte de público diferente! 

E fico imaginando o quanto eu ainda não tenho por aprender? Quanto não estou aprendendo nessa minha função na Africa? Oportunidade divina que estou tendo!

Que bom tudo isso!

Você já fez essa reflexão sobre o seu passado, presente e futuro profissional? Onde você quer chegar? 

Caramba, que menina é essa do elevador, filhinha de papai que está cansada da vida, mas mexendo no seu IPhone? Sofrendo pacas, mas de roupa de marca! Cansada de trabalhar?

Faça-me o favor!!!

A vida é dura pra quem é mole!!!

Desabafo feito e se você leu até aqui, meu muito obrigado.

Voltamos à publicidade, prometo!!!

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Sempre falo aqui no Blog do Crespo, que quando uma empresa resolve entrar nas redes sociais, não pode mais sair.

Se isso acontecer, certamente frustrará seus admiradores.

Estar nas redes sociais é manter o espaço como um canal de mão dupla no relacionamento com seus clientes. Para o bem ou para o mal!

Ouvir opiniões, sugestões e identificar as críticas que podem surgir dos consumidores e trabalhar tudo isso de forma positiva para a marca, é mais do que uma obrigação.

Nessa semana foi divulgado um caso bastante curioso.

Um consumidor das conhecidas batatas Ruffles utilizou o canal da marca no Facebook, para uma reclamação sobre a quantidade de batatas que vem dentro do pacote.

Em tom bem humorado, o consumidor criou uma peça em que faz uma justa reclamação.

Vejam:

 

Ideia genial. Vale mais a arte e a ideia, do que a reclamação, propriamente dita. rs

Nesse momento, ao tomarem conhecimento da situação, os profissionais que trabalham a imagem da marca nas redes sociais poderiam escolher um entre dois caminhos: ignorar a crítica do consumidor ou respondê-la!

Na maioria das vezes, empresas sérias adotam a segunda opção.

Acontece que com a Ruffles, a história foi além de adotar uma das opções.

Percebendo o tom bem humorado do autor da peça, a empresa resolveu então montar um infográfico contando o principal motivo da atual e real quantidade de batatas dentro de um pacote de Ruffles.

Se convenceu, eu realmente não sei. Mas uma coisa, eu tenho certeza: surpreendeu a todos pelo tipo inovador de comunicação.

Uma empresa bem antenada, que além de se preocupar com as necessidades de seus consumidores, resolve também falar a língua deles.

Vejam que ideia genial.

 

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